quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Estado deve pagar tratamento para estudante portador de diabetes há 18 anos
O Estado do Ceará deve fornecer medicamento e material necessário ao tratamento do estudante D.B.M., portador de diabete mellitus tipo 1. A decisão é da juíza Ana Cleyde Viana de Souza, em respondência pela 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Fortaleza.
Consta nos autos (0179001-46.2013.8.06.0001) que o paciente teve o diagnóstico da doença há 18 anos. Durante esse tempo, vem fazendo tratamento com seis aplicações diárias de insulina, além de monitoração de glicemia capilar, oito vezes ao dia.
Apesar do uso regular da medicação, o paciente apresenta baixas de glicose sanguíneas graves, especialmente à noite e de madrugada.Por conta dos riscos de complicações, o médico indicou o uso de bomba de infusão de insulina.
Para fazer esse tratamento, o paciente solicitou o material à Secretaria de Saúde do Estado do Ceará. De acordo com o processo, ele não foi atendido porque os medicamentos e a bomba de infusão não são disponibilizados na rede de saúde pública.
O estudante alegou não ter condições financeiras para arcar com os custos do tratamento e, por isso, ingressou com ação na Justiça. A juíza concedeu a tutela antecipatória por entender que a demora pode causar dano irreparável ou de difícil reparação para o quadro de saúde do paciente.
A magistrada afirmou ainda ser evidente a responsabilidade do demandado no caso concreto, haja vista o disposto na Constituição Federal que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado. Intolerável, portanto, qualquer omissão do Poder Público quando se trata da promoção e proteção da vida e da saúde do cidadão, e em última análise, até mesmo da dignidade humana, fundamento da República Federativa do Brasil.
A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico dessa segunda-feira (19/08).
Fonte: TJCE
fonte:http://www.direitoasaude.com.br/noticias-e-atualidades/noticias.asp?cod=5CS7DCFG17
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO GADA CAJAZEIRAS-PB
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Fruta inteira ou suco de fruta! O que é melhor?
Embora pareça prático consumir o suco em vez da fruta como fonte de vitaminas e minerais, essa troca pode não ser adequada quando diz respeito a todos os aspectos nutricionais. Recentemente foi publicado um estudo na Revista "British Medical Journal", realizado com uma amostra de 187.382 americanos para investigar se o consumo de frutas e do suco de frutas se associavam ao risco de desenvolver Diabetes tipo 2. Foi verificado que maior consumo da fruta in natura, sobretudo as “berries” (frutas vermelhas), uvas, maçãs e bananas, associou-se significativamente com um risco reduzido de diabetes tipo 2. Em contra partida, o maior consumo de suco de frutas foi associado com um risco aumentado de ter a doença.
Os autores do artigo relatam diversas limitações no estudo e recomendam não extrapolar os resultados para outras populações, entretanto é importante enfatizar que as frutas in natura possuem aspectos nutricionais adicionais em relação ao suco, como por exemplo a presença de fibras, as quais auxiliam no controle da glicemia e na saciedade. Ao contrário do suco, que devido ao seu processamento pode inclusive perder alguns nutrientes e concentrar maior quantidade de carboidratos (frutose) devido ao uso de mais de uma fruta.
As frutas citadas no artigo possuem nutrientes com propriedades funcionais que auxiliam na diminuição do estresse oxidativo, comumente presente em doenças como Diabetes e Câncer. A maçã, a banana e a uva são encontradas facilmente no Brasil, como também as “berries” que podem ser representadas pelo nosso Açaí. Contudo, dentro de uma perspectiva de alimentação saudável recomenda-se variar o consumo de frutas, seguindo a orientação da safra de maneira a atender todas as necessidades de vitaminas e minerais, as quais variam as suas necessidades de acordo com idade e sexo. Embora a quantidade de frutas deva seguir o plano alimentar individualizado, a recomendação do Ministério da Saúde para a população brasileira é o consumo de pelo menos 03 porções de frutas por dia.
Marlene Merino Alvarez – Nutricionista da UFF e Departamento Nutrição SBD - Doutora em Nutrição
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Fonte:http://www.diabetes.org.br/sala-de-noticias/2375-fruta-inteira-ou-suco-de-fruta-o-que-e-melhor
Decom e Secom Gada Cajazeiras-PB
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Feliz dia dos Pais.
Feliz dia dos Pais
Existe algo ilimitado no amor de um pai,
algo que não pode falhar,
algo no qual acreditar
mesmo que seja contra o mundo inteiro.
Nos dias da nossa infância,
gostamos de pensar
que nosso pai tudo pode;
mais tarde,
acreditaremos que seu amor
pode compreender tudo.
Ronaldo Rodrigues
Diretor-Presidente
Maria do Socorro.
Vice-Presidente
Equipe Diretora
O Gada cajazeiras por meio de toda sua equipe vem desejar a público um Feliz dia dos Pais a todos os pais de nossa amada Cajazeiras e aos seus sócios.
Departamento de Comunicação e Assessoria de Comunicação
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Evento Gada Cajazeiras.
1° ciclo de palestras da Zona Rural, realizado no último dia 04/08/13 na comunidade do BAIXIO. Com a presença de Dr. Deivide Henrique ministrante da palestra.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Eventos GADA (CONVITE).
Grupo de Amigos Diabéticos em Ação
Departamento de Administração
Cajazeiras - PB
Base funcional: Lei n ° 11.347/06
Resolução n° 04 de 2012
Fundado em 30 de maio de 2012
CONVITE.
O Grupo de Amigos Diabéticos em Ação (GADA), por meio de seu Presidente Ronaldo Rodrigues vem por meio desta convidar a todos os interessados a participar do ciclo de palestras da Zona Rural que iniciará neste dia 04 de Agosto de 2013 com uma palestra na comunidade do Sitio Baixo( Associação dos moradores) zona rural da Cidade de Cajazeiras - PB com inicio ás 14:30 hrs com uma palestra ministrada pelo Fisioterapeuta e Acupunturista Dr. Deivid Henrique.
Contamos com a participação de todos.
RONALDO RODRIGUES
PRESIDENTE
Apoio:
Secretaria Municipal de Saúde do Município de Cajazeiras – PB.
Departamento de Comunicação (DECOM) E Assessoria de Comunicação (ASCOM).
Por Jessica Milene.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Pesquisadores dos EUA descobrem possível 'cura' para diabetes tipo 1
Desativação de hormônio dispensaria injeções de insulina, dizem cientistas. Testes pré-clínicos foram feitos em camundongos.
Uma equipe do Centro Médico da Universidade do Sudoeste do Texas, nos Estados Unidos, sugere que a desativação de um hormônio pode ser suficiente para tratar diabetes tipo 1, uma doença autoimune - na qual o sistema de defesa ataca as células e tecidos do próprio corpo -, que faz as concentrações de açúcar no organismo ficarem muito altas. A descoberta será tema de edição de fevereiro da revista especializada "Diabetes".
Liderados por Roger Unger, professor da instituição e principal autor do artigo científico, os pesquisadores testaram a capacidade de camundongos, cobaias comuns em testes pré-clínicos, aproveitarem o açúcar presente no sangue, fruto da alimentação dos animais.
O truque foi alterar geneticamente os roedores para que produzissem quantidades menores de uma substância conhecida como glucagon, responsável por impedir que os níveis de glicose (açúcar) fiquem muito baixos.
No caso dos diabéticos, essa ação do glucagon faz os níveis de glicemia aumentarem muito. Esse efeito seria compensado em pessoas saudáveis pela ação da insulina, responsável por permitir que o açúcar penetre nas células do corpo. Dentro delas, a glicose poderia ser imediatamente aproveitada para gerar energia ou armazenada. Mas para os pacientes com diabetes tipo 1, a produção de insulina não existe ou é seriamente comprometida.
Mas os pesquisadores norte-americanos acreditam que os resultados obtidos com os camundongos apontem que, caso os níveis de glucagon consigam ser controlados, a insulina se torna supérflua, já que os níveis de glicemia estariam normais, dispensando as injeções da substância para equilibrar a "balança" do açúcar no sangue.
Batalha de hormônios
A insulina deixa de existir em pacientes com diabetes tipo 1 pois o sistema de defesa do corpo ataca 90% ou mais das células beta, estruturas localizadas em uma região do pâncreas conhecida como Ilhotas de Langerhans. Com a ausência da insulina, os níveis de glicemia no sangue não abaixam e não há ação para impedir a influência do glucagon.
O "padrão ouro" de tratamento da doença é por meio de injeções de insulina, desde a descoberta da doença, em 1922. Os pacientes precisam receber as doses da substância durante boa parte da vida. No universo de todas as formas de diabetes, o tipo 1 responde por 10% dos casos e a maior parte das pessoas com o desenvolve antes dos 30 anos.
(G1)
http://www.progresso.com.br/caderno-a/ciencia-saude/pesquisadores-dos-eua-descobrem-possivel-cura-para-diabetes-tipo-1
DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB
fonte:
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Pesquisadores desenvolvem novo tratamento para diabetes
Os pesquisadores, incluindo membros do Instituto Nacional de Ciência Industrial Avançada e Tecnologia (AIST), obtiveram sucesso ao conseguir reduzir o nível de açúcar no sangue de ratos com diabetes através da técnica. Espera-se que o uso das próprias células tronco dos pacientes sem a introdução de genes, levem ao desenvolvimento de tratamentos mais seguros para diabetes.
O time, incluindo Makoto Asashima, diretor do Centro de Pesquisa para Engenharia de Células Tronco, e membros do Instituto Salk dos Estados Unidos, extraíram células tronco neurais de membranas de tecido nasal de ratos, e após cultivar as células, transplantaram-nas dos pâncreas dos roedores.
Entre os ratos que tinham o tipo 1 de diabetes (onde as células que produzem insulina morrem), aqueles que não receberam transplantes de células tronco neurais morreram após oito semanas, contudo aqueles quereceberam os transplantes sobreviveram e após 15 semanas, seus níveis de glicose no sangue diminuíram para aproximadamente um terço do nível original.
Os pesquisadores acham que as células tronco estavam liberando insulina no pâncreas dos ratos que sobreviveram, agindo como substitutos para as ilhotas pancreáticas que produzem a mesma.
Nos ratos com diabetes do tipo 2, um tipo comum no Japão onde a secreção de insulina é baixa, o nível de glicose no sangue foi reduzido à metade após sete semanas, e os efeitos do tratamento duraram três meses.
“Esperamos conduzir testes em animais maiores no futuro, levando à novos métodos de tratamento,” disse Tomoko Kuwabara, pesquisador chefe da AIST.
Fonte: Mainichi Daily News
http://atualidade.portalmie.com/2011/10/12/pesquisadores-desenvolvem-novo-tratamento-com-celulas-tronco-para-diabetes/
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