segunda-feira, 5 de maio de 2014
VIGITEL 2013: ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO AUMENTOU OS CASOS DE DIABETES.
O Ministério da Saúde apresentou os dados colhidos no inquérito telefônico Vigitel sobre o diabetes. O programa Bom Dia Brasil, exibido nesta sexta-feira (02/05), abordou o tema.
Segundo a pesquisa, o envelhecimento da população brasileira é um dos fatores para o aumento do diabetes no Brasil. O excesso de gordura abdominal, falta de atividade física e o estresse estão ligados a esse aumento.
O levantamento feito por telefone com 53 mil brasileiros que vivem nas capitais mostrou que entre os jovens (18 a 24 anos) menos de 1% convivem com o diabetes, já entre os idosos (mais de 65 anos) 22% convivem com a doença.
O diabetes está aumentando no mundo todo. No Brasil, entre 2006 e 2013 o diagnóstico da doença passou de 5,5% para 6,8% da população. Comer menos, caminhar mais e praticar exercícios físicos são indicações para que se possa evitar esse diagnóstico.
Pela primeira vez, a pesquisa não registrou o aumento no número de obesos, o índice ficou estável, mesmo assim, metade dos brasileiros estão acima do peso:
Acimado do peso 50%
Obesos 17,5%
Para reverter esse quadro, Dr. Walter Minicucci, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, recomenda:
- Diminuir o risco de ganho de peso. Se já estiver com excesso de peso é preciso emagrecer. Para tal, são necessárias mudanças de estilo de vida como comer menor quantidade de alimento e melhor, com menor quantidade de gorduras, frituras, doces e refrigerantes.
- Aumentar o nível de atividade física, no mínimo 2 a 3 vezes por semana.
- Lidar com o estresse com técnicas como relaxamento, yoga, natação ou lutas marciais (se não houver restrição médica).
Veja a matéria na íntegra. Clique aqui!
terça-feira, 25 de março de 2014
Segundo pesquisa, combinação de chocolate com morango atua contra o diabetes.
A mistura é rica em flavonoides, compostos ligados à coloração de frutas e vegetais e capazes de reduzir os níveis de glicose no sangue.
Com doçura, é possível prevenir o diabetes 2. Pesquisadores ingleses encontraram no chocolate substâncias naturais que regulam a quantidade de açúcar no sangue — um desequilíbrio nesse processo caracteriza a doença crônica que, só no Brasil, afeta mais de 12 milhões de pessoas. Muitos outros alimentos têm essa capacidade, indica o estudo publicado no Journal of Nutrition. O segredo está nos flavonoides, moléculas que conferem cor a frutas e vegetais e são ingeridas quando se consomem delícias como cacau, morango, vinho e frutas vermelhas.
Desde a década de 1930, quando o fisiologista e Nobel da medicina Albert Szent-Gyorgyi descobriu esses compostos, já se constataram inúmeros benefícios nos mais de 6 mil flavonoides existentes nos alimentos. Eles fazem bem ao coração, previnem Parkinson, lutam contra o câncer, combatem a obesidade, reduzem o estresse, entre outros. Isso tudo graças aos poderes antioxidantes, que evitam inflamações e danos celulares provocados pelos radicais livres.
De acordo com Aedin Cassidy, pesquisadora da Universidade de East Anglia e principal autora do artigo, há tempos desconfiava-se que alguns tipos de flavonoides poderiam também evitar a resistência à insulina — a propriedade benéfica já havia sido, inclusive, constatada em tubos de ensaio. Agora, um estudo de larga escala realizado na Inglaterra confirmou a tese. A pesquisa incluiu dados de 2 mil mulheres, com idade entre 18 e 76 anos e voluntárias do projeto TwinsUK Registry, que reúne informações sobre saúde de gêmeos para investigações a respeito de doenças crônicas e genéticas.
Vermelho e azul na dieta indicam mais benefícios para a saúde
As participantes completaram um questionário de 131 itens, fornecendo informações detalhadas sobre os hábitos alimentares. A partir das respostas, os cientistas estabeleceram os tipos mais comuns de flavonoides que elas consumiam e em quais quantidades. As mulheres também fizeram exames de resistência à insulina. A comparação de dados mostrou que as que consumiam mais de quatro porções ricas em um tipo específico de flavonoides apresentavam concentrações 20 vezes menores de glicose no sangue do que aquelas cuja dieta não incluía alimentos ricos nessas substâncias.
A classe de composto mais benéfica no combate ao diabetes 2 foi a das antocianinas, corante responsável pelos tons vermelhos e azuis de vegetais como berinjela, feijão preto, uva, gojiberry, cereja, ameixa, mirtilo, morango e framboesa.
Outro alimento rico em antocianina é o cacau do tipo forasteiro, encontrado no chocolate amargo.
Inflamações
A associação entre o flavonoide e a prevenção de diabetes não se limitou a comparações e estatísticas. Os cientistas também retiraram amostra de sangue das voluntárias e descobriram que, entre aquelas que consumiam frequente e abundantemente vegetais com antocianina, a quantidade de biomarcadores inflamatórios envolvidos na regulação da glicose e da insulina era menor.
— Juntas, as descobertas fornecem evidências fortes de que as antocianinas são substâncias que podem prevenir o risco de diabetes 2 — observa Cassidy.
Ela destaca que, pelo fato de processos inflamatórios em nível celular estarem por trás de todas as doenças crônicas, como câncer e problemas cardiovasculares, a ingestão dos compostos naturais também pode evitar o surgimento desses males.
— São resultados de grande importância para a saúde pública porque, para alcançá-los, não é preciso muita coisa, basta incluir esses alimentos na dieta — avalia Tim Spector, pesquisador do King's College de Londres e colaborador do estudo.
Fonte: Correio Braziliense
Comentário sobre a pesquisa:
Jennings A, Welch AA, Spector T, Macgregor A, Cassidy A. Intakes of anthocyanins and flavones are associated with biomarkers of insulin resistance and inflammation in women. J Nutr. 2014 Feb;144(2):202-8.
Embora não se possa extrapolar os resultados da pesquisa realizada com 1997 mulheres em UK para outros grupos populacionais, a mesma traz dados importantes em relação aos efeitos benéficos dos flavonoides para prevenção do Diabetes, assim como sinaliza quantidades específicas de consumo das suas fontes alimentares. Contudo, na prática clínica ainda existem dificuldades para a aplicabilidade dessas descobertas, já que não estão disponíveis tabelas com a distribuição desse componente numa ampla variedade de alimentos.
A boa notícia é que os flavonoides são encontrados em alimentos comuns da dieta humana, tais como vinho tinto, cacau, chá preto, cerveja, frutas (maçã, uva, morango), vegetais (cebola, couve, vagem, brócolis), grãos, nozes, sementes e especiarias. O desafio está em inserir esses alimentos de maneira regular e balanceada junto às outras fontes de nutrientes também essenciais à saúde. Outra questão é ficar alerta como essas substâncias são veiculadas pela indústria, como exemplo o chocolate, que seria uma fonte de flavonoide se usado o cacau à 70% ou mais, mas em geral o chocolate mais consumido, ao leite, possui pouco flavonoide e maiores quantidades de gordura saturada e açúcar refinado em sua composição. Dessa forma, no contexto da qualidade alimentar da promoção à saúde e prevenção da Diabetes, fica mantida, a boa e “velha” recomendação: quanto mais natural e colorida, mais saudável será a sua alimentação.
DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB
fonte:http://www.diabetes.org.br/noticias/combinacao-de-chocolate-com-morango-atua-contra-o-diabetes
quarta-feira, 12 de março de 2014
Quem tem diabete precisa ter cuidados especiais com a pele. Saiba quais são:
Quem tem diabete precisa ter cuidados especiais com a pele.
Dra. Denise Franco, colunista da SBD e membro do Núcleo de Tecnologia, comenta o assunto em matéria publicada no portal do M de Mulher, da editora Abril.
Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas.
O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto status de epidemia. No mundo todo, são 347 milhões de diabéticos, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui no Brasil, 7,4% da população sofre com a doença, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2012. São números elevados e preocupantes porque o diabete é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e a principal causa de cegueira e falência dos rins, por exemplo. Não menos importante é a relação entre o distúrbio e a amputação de membros, do qual ele é o maior responsável.
A relação se explica porque todas as células do corpo são afetadas pelo alto índice glicêmico do diabético, incluindo as da pele. Essas alterações fazem com que haja maior propensão a sofrer lesões e à incidência de doenças como infecções por fungos e bactérias na pele. Se não forem observados e tratados corretamente, esses problemas podem evoluir e resultar em amputação.
Por que a pele do diabético é diferente?
Existem dois tipos de diabete. O tipo 1 é uma doença autoimune manifestada mais frequentemente entre crianças e adolescentes. Nela, a parte do pâncreas que produz insulina é atacada pelo próprio organismo e a pessoa precisa de doses diárias de insulina. O tipo 2, o mais comum na população, é uma doença crônica caracterizada pela resistência à ação da insulina e pela queda na sua produção. Os fatores de risco para o seu surgimento são obesidade, sedentarismo, herança genética, hipertensão, tabagismo, ovário policístico, e colesterol e triglicérides altos.
Nos dois casos, a ausência ou insuficiência de insulina faz com que a glicose não entre nas células e o açúcar fica de fora, sobrando na circulação. "A insulina é muito importante para a pele porque ajuda, por exemplo, no crescimento dos queracinócitos, as células da pele", explica a dermatologista Flávia Ravelli, de São Paulo. Para a pele, essa alta taxa glicêmica, portanto, acarreta diversas consequências, como explicam, a seguir, Flávia e a endocrinologista Denise Reis Franco, de São Paulo.
Mais fina e menos elástica
Com o crescimento dos queracinócitos prejudicado, a pele perde espessura e elasticidade.
Cicatrização lenta
A glicemia alta provoca uma reação inflamatória nos vasos sanguíneos. "Enquanto nos vasos grandes a possível consequência dessa inflamação é a doença cardiovascular, no caso dos vasos pequenos, que nutrem a pele, ela prejudica a irrigação", explica Denise. Assim, a cicatrização de lesões na pele é mais lenta.
Perda de sensibilidade
Os nervos, embebidos em glicose e sem irrigação sanguínea adequada, ficam mais macios e não funcionam perfeitamente. O efeito é a perda de parte da sensibilidade da pele, além de coceiras generalizadas e da sensação de agulhamento (como se a pele estivesse sendo espetada).
Infecções
"No diabético, o sistema imunológico não funciona corretamente, o que aumenta a chance de infecções", diz Flávia. Elas podem ser causadas tanto por bactérias quanto por fungos, como é o caso das micoses e frieiras.
Acantose nigricans
Quando o organismo não consegue gerar insulina, paradoxalmente começa a produzir uma substância chamada fator de crescimento de insulina. Ela provoca a acantose nigricans, doença de pele na qual as regiões de dobras, como pescoço e axilas, ficam escurecidas.
Dermatites
A função de barreira para evitar a perda de água pelo organismo não funciona corretamente no diabético. O resultado é uma pele desidratada, propensa ao surgimento de dermatites.
Vitiligo
"Quem sofre de diabete tipo 1 tem mais chances de desenvolver outra doença autoimune", afirma Denise. É o caso do vitiligo, doença de pele na qual o próprio organismo ataca as células de pigmentação da pele e causa manchas brancas pelo corpo.
Pé diabético
A pele do diabético, portanto, está mais propensa a sofrer lesões e infecções de todo tipo. A combinação desse fator com outro, a sensibilidade cutânea deficiente, pode culminar num problema gravíssimo: o pé diabético. "Uma simples pedra no sapato pode machucar a pele e a pessoa não percebe porque tem pouca sensibilidade nas extremidades", explica Flávia. "A lesão evolui para uma infecção e, como a pele não recebe irrigação suficiente para recuperar o tecido lesionado, a infecção vai avançando até atingir músculo, gordura e até os ossos". Quando a situação chega a esse ponto, o pé precisa ser amputado para que a infecção não se espalhe pelo corpo.
Como se prevenir
- Examine a pele
A principal medida de prevenção é examinar a pele, sobretudo dos pés, pela manhã e à noite. Procure por micoses entre os dedos, pequenas lesões e feridas pelo corpo e, se encontrá-las, vá ao médico assim que possível.
- Hidrate-se
Beba bastante água e use hidratante para a pele todos os dias para evitar a desidratação. "Um bom ritual diário é lavar os pés com água e sabão, secar bem e espalhar hidratante hipoalergênico, sem cheiro e dermatologicamente testado. Com esse procedimento, o diabético já vai acabar fazendo a inspeção da pele", sugere Flávia.
- Cuide dos sapatos
Use calçados confortáveis, de preferência os produzidos especialmente para diabéticos. Antes de calçar, cheque cada um em busca pedrinhas ou qualquer alteração na palmilha que possa machucar a sola dos pés.
- Procure um podólogo
Se possível, contrate um serviço especializado para cortar as unhas. Um simples corte ou "bife" arrancado durante o processo pode acarretar em infecção.
Fonte: MdeMulher
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO GADA CAJAZEIRAS-PB
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO GADA CAJAZEIRAS-PB
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Produtos Light - Mudanças nas regras
Desde 2012 a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estabeleceu regras para os rótulos de alguns dos produtos industrializados, as quais passaram a valer para os produtos produzidos a partir de janeiro de 2014. Essas regras são fundamentais para a padronização dos rótulos e correta informação sobre os alimentos para o consumidor. Ademais, essas regras têm por objetivo se adequar as recomendações do Mercosul.
A principal mudança, sobretudo para as pessoas com Diabetes, foi em relação aos produtos Lights. Agora a denominação light se refere a uma redução de no mínimo 25% de CALORIAS ou de ALGUM NUTRIENTE, que pode ser açúcar (sacarose), gordura total ou trans, sal (sódio). Além disso, não será considerado o uso da denominação “Light” para produtos que possuem a condição de “produto Light” devido a baixa concentração do nutriente encontrada naturalmente no produto. A característica que o define como light é possuir um benefício adicional em relação ao produto original. Essa mudança na definição é sem dúvida uma vitória para o consumidor, já que evita a propaganda enganosa. Muitos produtos conferiam a nomenclatura “Light” somente para fazer propaganda e, em muitos casos, supervalorizavam o valor de sua venda, sem na verdade agregar benefício adicional.
Outras mudanças importantes ocorreram em relação ao conteúdo e tipo de gorduras, que são de especial interesse para as pessoas com Diabetes tipo 2 já que, envolvem produtos para a promoção da saúde cardiovascular. A Agência estabeleceu regras para os produtos denominados “Rico em” Ômega 3, 6 e 9, cujas quantidades devem conter o DOBRO das concentrações mínimas do alimento referido como fonte dos nutrientes. Ademais, ficou estabelecido que o termo “isento de gordura trans” deve ser usado quando o produto tiver no máximo 0,1g de gordura trans por porção e manter baixos os índices de gordura saturada e a não adição de sal. Essas medidas visam evitar que os nutrientes substitutos também sejam maléficos á saúde. É sabido que as gorduras trans e as saturadas (contidas nas carnes gordurosas e na gordura do leite e derivados) são as mais aterogênicas, agravando dessa forma os quadros de dislipidemias. A restrição do sal se deve a uma política de diminuição do sódio nos alimentos industrializados.
Em relação as proteínas, ficou estabelecido que os produtos denominados com “Altos teores” devem especificar os aminoácidos e suas respectivas quantidades relacionados ao benefício nutricional. Atualmente muitos produtos enfatizam a importância das proteínas para a saúde, seja para formação de massa muscular, para reparação de tecidos ou mesmo como suplemento nutricional, contudo sem comprovar a sua relação direta com o benefício. A ingestão excessiva de proteínas sem indicação terapêutica pode promover uma sobrecarga renal além de aumentar o aporte calórico e consequente aumento de peso.
Veja as principais mudanças clicando aqui.
Sendo assim o Departamento de Nutrição da SBD recomenda que os produtos para fins especiais sejam utilizados com cautela e sob orientação do profissional especialista já que muitas vezes estes produtos somente terão efeitos benéficos, quando usados corretamente.
Decom e Secom Gada Cajazeiras-PB
FONTE:http://www.diabetes.org.br/colunistas-da-sbd/281-dra-marlene-merino/2434-produtos-lights-mudancas-nas-regras
Leia mais: http://gadacajazeiras.webnode.com/news/produtos-light-mudan%c3%a7as-nas-regras/
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Crescimento da obesidade no Brasil e os riscos do Diabetes
Em entrevista à Rádio CBN, Dr. Walter Minicucci - Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, comentou a preocupação com o crescimento da obesidade no Brasil e os riscos do diabetes decorrentes dela.
Foi frisado que a Organização Mundial da Saúde (OMS) vem alertando sobre a epidemia de obesidade no mundo e que os números não param de crescer. Recentemente, sociedades médicas americanas, britânicas e canadenses lançaram a campanha "Action on Sugar", com o objetivo de estabelecer corte de até 30% do açúcar em alimentos industrializados.
Dr. Walter Minicucci falou sobre a importância dessa campanha e que no Brasil, esse trabalho precisa ser feito a nível de população, com ações do governo. Acentuou que 17% da população brasileira está obesa, quando em 2006 eram 15%. “Se a indústria diminuir a quantidade de açúcar adicionado nos alimentos, como por exemplo, o achocolatado que a criança toma, refrigerante, já será uma diminuição muito significante no risco de obesidade”, disse o especialista. Destacou também a preocupação da Sociedade Brasileira de Diabetes com o aumento do número de pessoas obesas no Brasil, já que o excesso de peso é o grande fator no aumento do número de pessoas com diabetes.
Nova Gestão da SBD
Dr. Walter José Minicucci é o novo presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.
A cerimônia de posse será realizada no dia 27 de janeiro, em São Paulo, no qual será dada a continuidade da gestão do compartilhamento e da educação continuada. Uma gestão que conta com a participação de várias pessoas de forma criativa e colaborativa, onde cada um contribuirá para uma grande realização.
Diretoria Biênio – 2014-2015
Presidente:
Dr. Walter José Minicucci (SP)
Vice-Presidentes:
Dra. Hermelinda Cordeiro Pedrosa (DF)
Dr. Luiz Alberto Andreotti Turatti (SP)
Dr. Marcos Cauduro Troian (RS)
Drª. Rosane Kupfer (RJ)
Dr. Ruy Lyra da Silva Filho (PE)
1º Secretário:
Dr. Domingos Augusto Malerbi (SP)
2º Secretário:
Dr. Luis Antonio de Araujo (SC)
1º Tesoureiro:
Dr. Antonio Carlos Lerário (SP)
2º Tesoureiro:
Dr. Edson Perrotti dos Santos (AL)
Conselho Fiscal:
Dr. Antonio Carlos Pires (SP)
Dr. Levimar Rocha Araujo (MG)
Dra. Denise Reis Franco (SP)
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Quiabo e diabetes. Posicionamento da Sociedade Brasileira de Diabetes.
A Sociedade Brasileira de Diabetes vê com grande preocupação a divulgação por grandes veículos de comunicação, formas “alternativas” de tratamento do diabetes sem qualquer base científica, pelo seu potencial de malefício, especialmente para as pessoas portadoras de diabetes em uso de insulina. Mais especificamente desejamos nos referir ao Programa da Rede Globo de Televisão que divulgou os supostos benefícios da baba do quiabo para o tratamento do diabetes. Esclarecemos que não há qualquer evidência científica para tal uso e que portanto não o recomendamos.
A Sociedade Brasileira de Diabetes reúne profissionais de saúde (especialistas, professores, pesquisadores), com o interesse em diabetes e tem como missão a compreensão dos fenômenos envolvidos, prevenção, diagnóstico, tratamento e cura desta doença e suas complicações que atinge no momento aproximadamente 13.4 milhões de brasileiros. Nestas áreas de estudos grandes avanços tem ocorrido nos últimos anos resultantes de vultuosos recursos utilizados na realização de pesquisas envolvendo milhares de pessoas portadoras de diabetes em universidades de todo o mundo.
Embora ainda não curável, o diabetes na atualidade é perfeitamente controlado com medicamentos encontrados gratuitamente em farmácias populares e unidades básicas de saúde.
A Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda que as pessoas portadoras de diabetes mantenham uma alimentação saudável, atividade física regular, uso de medicamentos prescritos pelo médico, incluindo insulina se necessário e visitem um serviço de saúde para realização de exames periódicos e consultas com outros especialistas quando necessário: cardiologista, oftalmologista, nefrologista etc.
Por último, a Sociedade Brasileira de Diabetes esclarece que tratar diabetes não significa somente tratar a glicemia, mas tratar também o Colesterol, a Pressão Arterial, a Obesidade, o hábito de fumar, todos fatores de risco para a doença vascular, principal causa de morte na atualidade.
Em 27 de dezembro de 2013.
Por Dr. Laerte Damasceno – Editor-chefe do portal
Dr. Balduino Tchidel – Presidente da SBD
Dr. Walter Minicucci – Presidente eleito da SBD
DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB
FONTE:http://www.diabetes.org.br/component/content/article/188-slideshow-home/2399-quiabo-e-diabetes-posicionamento-da-sociedade-brasileira-de-diabete
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