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quinta-feira, 12 de março de 2015

Ciclo de conversas nas UBS

A equipe Diretora do Grupo de Amigos Diabéticos em Ação Realizou na manhã desta Quinta- Feira (11) ações voltadas ao atendimento do paciente diabético, com orientação e roda de conversas na UBS (Unidade Básica de Saúde) DOM BOSCO no Bairro Capoeiras. O evento contou com o apoio e incentivo do SESC por meio do Programa Mesa Brasil. Conviver com o diabetes e prevenir são as nossas metas. DECOM E SECOM

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Insulinas Melhores Para Crianças e Adolescentes Com Diabetes do Brasil - Assine a Petição

Nós solicitamos que o Ministério da Saúde disponibilize, para crianças e adolescentes brasileiros com diabetes, insulinas capazes de melhorar o controle da doença e a qualidade de vida! Assine Já a Nossa Petição - Clique Aqui (Associação de Diabetes Juvenil, Associação Nacional de Assistência ao Diabetes, Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes, Sociedade Brasileira de Diabetes, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e Sociedade Brasileira de Pediatria). Para quem esta petição deve ser entregue? Exmo Sr Ministro da Saúde do Brasil Professor Doutor Arthur Chioro. O que você quer que ele(s) faça(m)? Nós solicitamos que o Ministério da Saúde disponibilize, para crianças e adolescentes brasileiros com diabetes, insulinas capazes de melhorar o controle da doença e a qualidade de vida! Por que isto é importante? O controle do diabetes no Brasil é inadequado, principalmente entre os usuários de insulina (aproximadamente 10% com bom controle). No longo prazo, o mau controle do diabetes aumenta o risco de desenvolvimento de complicações (cegueira, insuficiência renal, amputação, infarto do miocárdio) que comprometem a saúde e a qualidade de vida destas pessoas e aumentam os custos com o tratamento. Além disso, o uso de insulinas ou doses de insulinas inadequadas pode provocar hipoglicemias graves (glicose muito baixa no sangue) com perda de consciência, convulsões e até mesmo morte, principalmente se ocorrem enquanto os pacientes dormem. Solicitamos a incorporação de insulina de ação ultrarrápida (insulina asparte, ou glulisina, ou lispro) para as pessoas com diabetes e idade até 19 anos (crianças e adolescentes pela OMS), na tentativa de reduzir complicações futuras do diabetes e hipoglicemias graves e noturnas e aumentar as chances de que alcancem a vida adulta com capacidade funcional e laborativa como esperado para o futuro das crianças. O diagnóstico de diabetes tipo 1, geralmente, é feito na infância e adolescência e estes pacientes devem usar múltiplas doses de dois tipos diferentes de insulinas. Uma insulina de ação rápida ou ultrarrápida, associada a uma insulina de ação intermediária ou prolongada, para obtenção de controle adequado da glicemia. Crianças e adolescentes têm maior dificuldade para reconhecer os sintomas de hipoglicemia e para tratá-la adequadamente, o que aumenta a probabilidade de hipoglicemias graves. Além disso, hipoglicemias graves podem ter consequências mais danosas nesta faixa etária. Durante a adolescência, geralmente, há piora do controle glicêmico, associada às mudanças hormonais que ocorrem neste período e que se somam às mudanças comportamentais. Atualmente, o Ministério da Saúde do Brasil disponibiliza na lista de medicamentos do SUS, apenas as insulinas humanas NPH (ação intermediária) e regular (ação rápida). Nas últimas décadas houve uma evolução significativa no tratamento com insulinas, com o surgimento das insulinas análogas de ação ultrarrápida e de ação prolongada que permitem melhor controle do diabetes e redução das hipoglicemias. As insulinas de ação ultrarrápida possuem início de ação mais rápido e são eliminadas do corpo mais rapidamente do que a insulina humana regular, o que possibilita um melhor controle da glicemia após as refeições e redução das hipoglicemias graves e noturnas. Entre as insulinas análogas estas são as de custo mais baixo, quando comparadas às insulinas análogas de ação prolongada (detemir e glargina) e que possuem mais estudos sobre eficácia e segurança, inclusive em crianças e adolescentes. O diabetes é uma epidemia mundial e no Brasil, sendo necessária uma estratégia específica para o seu controle. Visando uma melhora planejada e gradativa do tratamento com insulinas no Brasil, solicitamos a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida para todas as pessoas com diagnóstico de diabetes e idade até 19 anos. Outros países como Alemanha, Inglaterra, Chile, Costa Rica e Uruguai possuem insulinas análogas na padronização do tratamento de pessoas com diabetes. No Brasil, a judicialização da medicina tem permitido o uso de tratamentos mais adequados para pessoas com diabetes. Porém, essa prática cada vez mais frequente em nosso país, permite acesso apenas aos pacientes que tem a possibilidade de mover ação contra o Estado. A grande maioria dos pacientes atendidos pelo SUS não possuem estes tratamentos disponíveis. Esta incorporação inicial para pacientes com idade até 19 anos torna este primeiro passo factível, atenderá crianças e adolescentes com doença crônica que são prioridades em saúde pública no mundo e fornecerá dados que permitirão a análise para a progressão da melhora do tratamento com insulinas no Brasil. Com estes dados, será possível avaliar a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida em outras indicações (todos com diabetes tipo 1, gestantes e idosos com hipoglicemias graves e noturnas frequentes, em uso de insulina humana regular), assim como de outras terapias, como as insulinas de ação prolongada e a bomba de insulina, indicadas em situações especiais, para os pacientes que persistem com hipoglicemias graves e noturnas apesar do uso da insulina de ação ultrarrápida. As sociedades médicas e de profissionais de saúde (SBD, SBEM e SBP), bem como as entidades representativas de pacientes (ADJ, ANAD e FENAD), em contrapartida, se disponibilizam para auxiliar na análise dos efeitos desta incorporação sobre a saúde e qualidade de vida das pessoas com diabetes, seus aspectos farmacoeconômicos e no desenvolvimento de estratégias para melhorar a saúde de pessoas com diabetes em nosso país. Esta é a nossa chance de mudarmos a realidade de pessoas com diabetes do Brasil, possibilitando uma qualidade de vida melhor. Autor: ADJ/ANAD/FENAD/SBD/SBEM/SBP

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

RELAÇÃO ENTRE CONTROLE GLICÊMICO INTENSIVO E DOENÇA CARDÍACA ISQUÊMICA

A hiperglicemia é uma condição que expressa o mau controle do DIABETES e que pode aumentar substancialmente o risco de doenças cardíaca isquêmica nesses pacientes. Apesar das várias publicações indicando o impacto do bom controle glicêmico sobre a redução do risco cardiovascular, esse fato ainda não é uma unanimidade entre os especialistas. O presente estudo teve por objetivo avaliar se a redução intensiva da glicemia poderia afetar o risco cardiovascular. Foram incluídos na população estudada 10.251 adultos, com idades entre 40 e 79 anos e com DIABETES tipo 2, apresentando uma hemoglobina glicada média de 8,3%, além de fatores de risco para doença cardíaca isquêmica no estudo ACCORD. Os participantes foram aleatoriamente alocados a um esquema de terapia intensiva ou padrão (A1C<6,0% ou 7,0-7,9%, respectivamente). Os autores pesquisaram a presença de infarto do miocárdio fatal ou não fatal, revascularização coronária, angina instável e angina recente durante o tratamento ativo, com duração média de 3,7 anos, além de um adicional médio de 1 a 2 anos. A ocorrência de infarto do miocárdio foi menos frequente no grupo de terapia intensiva, em comparação com o grupo padrão, durante o tratamento ativo, com um coeficiente de risco de 0,80. Resultados similares foram encontrados para uma combinação que incluía infarto do miocárdio, revascularização coronária e angina instável. Além disso, esse mesmo efeito protetor foi detectado em relação à presença isolada de revascularização coronária, bem como de angina instável durante todo o tempo de seguimento. Os autores concluíram que o aumento da concentração de glicose sanguínea é um fator de risco modificável para doença cardíaca isquêmica em indivíduos de meia idade com DIABETES tipo 2 apresentando também outros fatores de risco cardiovascular. Referência Bibliográfica: 1. Gerstein HC, Miller ME, Ismail-Beigi F et al. Effects of Intensive Glycaemic Control on Ischaemic Heart Disease: Analysis of Data from the Randomised, Controlled ACCORD Trial. The Lancet 2014;384(9958):1936-1941. DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Tipos de insulina variam conforme tempo de ação e possuem indicações diferentes.

Antes de falarmos dos tipos de insulina para o portador de diabetes, é preciso entender um pouco como a INSULINA funciona no nosso organismo. Ela é um hormônio produzido pelo pâncreas e sua principal função é colocar o açúcar que ingerimos, ou seja, a glicose, dentro das células. A glicose, uma vez dentro das células, será usada como combustível, gerando energia. A insulina é liberada em maior quantidade quando nos alimentamos, mas também é liberada em quantidades pequenas entre as refeições. Isto serve para controlar os níveis de açúcar no sangue nos períodos de jejum e também nos períodos após comermos. Quando o paciente com DIABETES precisa usar insulina, é porque seu pâncreas não tem mais capacidade de fabricar a quantidade que o corpo necessita dessa substância para controlar os níveis de açúcar. No Brasil existem vários tipos de INSULINA, que são divididas conforme o seu tempo de ação: rápida, ultrarrápida, lenta (longa) e intermediária. Ou seja, se uma INSULINA funciona imediatamente após ser aplicada ela será ultrarrápida, se ela demora mais tempo para fazer seu efeito é chamada de insulina longa. Tipos de insulina A melhor insulina será aquela que irá controlar a glicose da forma mais parecida com o seu pâncreas A insulina regular é uma insulina rápida e tem coloração transparente. Após ser aplicada, seu início de ação acontece entre meia e uma hora, e seu efeito máximo se dá entre duas a três horas após a aplicação. A Insulina NPH é uma insulina intermediária e tem coloração leitosa. A sigla NPH que dizer Neutral Protamine Hagedorn, sendo Hagedorn o sobrenome de um dos seus criadores e Protamina o nome da substância que é adicionada à insulina para retardar seu tempo de ação. Após ser aplicada, seu início de ação acontece entre duas e quatro horas, seu efeito máximo se dá entre quatro a 10 horas e a sua duração é de 10 a 18 horas. Há alguns anos vem sendo desenvolvido pelas indústrias farmacêuticas um tipo especial de insulina, chamado análogo de insulina. Estes análogos são moléculas modificadas da insulina que o nosso corpo naturalmente produz, e podem ter ação ultrarrápida ou ação lenta. Existem alguns tipos de análogos ultrarrápidos disponíveis no mercado brasileiro, são eles: Asparte, Lispro e Glulisina. Após serem aplicados, seu início de ação acontece de cinco a 15 minutos e seu efeito máximo se dá entre meia e duas horas. Entre os análogos de insulina, são encontrados também dois tipos de ação longa: Glargina e Detemir. A insulina análoga Glargina tem um início de ação entre duas a quatro horas após ser aplicada, não apresenta pico de ação máxima e funciona por 20 a 24 horas. Já o análogo Detemir tem um início de ação entre uma a três horas, pico de ação entre seis a oito horas e duração de 18 a 22 horas. Existe ainda um tipo de insulina chamado de pré-mistura, que consiste de preparados especiais que combinam diferentes tipos de insulina em várias proporções. Podem ser 90:10, ou seja 90% de insulina lenta ou intermediária e 10% de insulina rápida ou ultrarrápida. Eles também pode ter outras proporções, como 50:50 e 70:30. Como saber qual a insulina é a melhor? SAIBA MAIS Diabetes: como a dieta interfere na glicemia? Você sabe se proteger contra a hipoglicemia? Pelo fato de funcionarem em tempos diferentes, as INSULINAS podem ser combinadas para imitar o pâncreas normal. Quando aplicamos a INSULINAlenta ou intermediária, estamos buscando controlar o açúcar entre as refeições, e quando usamos insulina rápida ou ultrarrápida, o objetivo é controlar a glicose ingerida das refeições. No entanto, essa é uma regra geral, e cada paciente receberá uma prescrição do seu médico conforme o caso e a hora mais necessária para controlar os níveis de glicose. A melhor insulina será aquela que irá controlar a glicose da forma mais parecida com o seu pâncreas, evitando assim que os níveis de açúcar permaneçam altos. link:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/16753-tipos-de-insulina-variam-conforme-tempo-de-acao-e-possuem-indicacoes-diferentes DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

RISCO DE DIABETES ENTRE ADULTOS JOVENS METABOLICAMENTE SAUDÁVEIS E COM SOBREPESO E OBESIDADE

O objetivo deste estudo foi o de determinar a incidência de diabetes no decorrer do tempo em jovens adultos sem fatores metabólicos de risco. A avaliação da incidência de diabetes foi conduzida num seguimento de 6,1 anos, em 33.939 adultos jovens (média de idade = 30,9 anos) os quais foram estratificados de acordo com o IMC e com o número de anormalidades metabólicas. A obesidade metabolicamente sadia foi definida como um IMC >30 kg/m2, na presença de normoglicemia, pressão arterial normal e níveis normais de triglicérides e de HDL colesterol. Os resultados mostraram que houve um total de 734 novos casos de diabetes. A taxa de incidência de diabetes entre participantes sem fatores metabólicos de risco foi de 1,15, 2,10 e 4,34 casos por 1.000 pessoas/anos entre os pacientes magros, portadores de sobrepeso e diabetes, respectivamente. Uma análise multivariada ajustada para diversos interferentes mostrou que um risco aumentado de diabetes foi observado entre os pacientes com sobrepeso e com obesidade, em comparação com indivíduos metabolicamente saudáveis. Os autores concluíram que um perfil metabolicamente saudável e ausência fatores de risco para diabetes não protegem adultos jovens da ocorrência de diabetes em indivíduos com sobrepeso ou obesidade. Referência bibliográfica: 1. Twig G, Afek A, Derazne E et al. Diabetes Risk Among Overweight and Obese Metabolically Healthy Young Adults. Diabetes Care 2014;37(11):2989-2995.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Teste de glicemia obrigatório!

Teste de glicemia obrigatório!Estima-se que mais de 12 milhões de Brasileiros sejam diabéticos, mas metade destas pessoas nem imaginam que tenham diabetes. Muitas pessoas vão aos centros de saúde sem saber que são diabéticas e acabam tomando medicamentos que uma pessoa diabética não pode, o que acaba complicando o quadro. Aconteceu em Teresina, no sistema de saúde do município, uma menina de 8 anos chamada Luana foi levada ao hospital por apresentar quadro de vômito, foi internada e tomou soro glicosado o que foi fatal! A garota deu entrada no hospital às 15h12, com um quadro de desidratação e vômitos, e faleceu por volta das 20 horas. Um simples teste de glicemia poderia ter evitado a morte dessa garota de 8 anos. Quantos casos destes não devem acontecer sem que chegue ao conhecimento do público? Imagino que vários, numa reportagem um especialista diz que ‘erros médicos são comuns na rede pública e particular‘, uma criança morrer por não ter feito um teste de glicemia, isso não é erro comum. O teste de glicemia deveria ser uma obrigatoriedade nas unidades de saúde. Foi lançada uma campanha para pedir a obrigatoriedade do teste iniciada por Silvia Onofre (João Pedro e o Diabetes) e conta com o apoio de outros blogueiros. O exame obrigatório que queremos não passa de um furinho na ponta do dedo. Vamos assinar esta petição? fonte:http://www.soudiabetico.com.br/especiais/teste-de-glicemia-obrigatorio DECOM E SECOM GADA CAJAZEIRAS.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Vice Presidente do Gada Participa de Reunião com Coordenação do Mesa Brasil.

Nossa Vice-presidente Maria Do Socorro esteve hoje em uma reunião na sede do Sesc/ Cajazeiras com a equipe do programa Mesa Brasil para tratar sobre parceria entre as duas entidades.