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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Bolo de Biomassa de Banana Verde! Receita....

Bolo de Biomassa de Banana Verde

Bolo de Biomassa de Banana Verde

Ingredientes
  • 7 colheres de sopa de biomassa de banana verde
  • 4 ovos inteiros
  • 3 colheres de sopa de leite desnatado ou leite de vegetais em pó
  • 2 colheres de sopa de azeite extravirgem
  • 2 colheres de sopa de adoçante em pó
  • 5 colheres de sopa de cacau em pó
  • 1 colher de sopa cheia de fermento em pó
  • Óleo vegetal para untar a forma
Modo de preparo:
– Separe os ingredientes;
 No liquidificador, bata a biomassa de banana verde, os ovos, o leite, o azeite até obter uma mistura homogênea.
 Em um recipiente, misture o adoçante, o cacau e o fermento.
– Junte tudo e leve ao liquidificador;
– Unte a forma de bolo;
– Leve ao forno em temperatura de 180-200ºC por 30 minutos;
– Desenforme e delicie-se!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Convite Terapia Comunitária

Grupo de Amigos Diabéticos em Ação Departamento de Administração CNPJ: 19.001.687/0001-08 Base funcional: Lei n ° 11.347/06 Resolução n° 04 de 2012/UPM Fundado em 30 de maio de 2012 Cajazeiras – PB Convite Terapia Comunitária Prezados Amigos, sócios e colaboradores, Nossa entidade o Gada Cajazeiras ( Grupo de Amigos Diabéticos em Ação) irá realizar no próximo dia 19 de Agosto dando continuidade as nossas atividades a I terapia comunitárias com as pessoas diabéticas e hipertensas no Bairro Capoeiras. As atividades terão inicio as 19h00min horas na Rua: Francisco Bento de Oliveira, Em frente à Casa de Socorro ACS. Contamos com sua participação! Setor Administrativo. ASCOM E DECOM

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

3 formas de evitar Sérias Complicações do Diabetes

Os rins desempenham um papel importante na sua saúde e bem-estar, filtrando os resíduos e líquidos em excesso de seu sangue. Quando os rins não funcionam bem, há necessidade de fazer diálise - filtragem de seu sangue por uma máquina - ou mesmo transplante de rim. www.kidneyabc.com/diabetic-nephropathy/ Quem tem diabetes, tem risco aumentado para desenvolver doença renal. Altos níveis de glicose no sangue pode danificar os vasos sanguíneos dos rins. Quando esses minúsculos vasos são prejudicados, os rins perdem a capacidade de filtrar o sangue adequadamente. Isso pode levar ao excesso de proteína na urina e ao acúmulo de resíduos no sangue. O diabetes é a principal causa de insuficiência renal, sendo responsável por 44% dos novos casos de doença renal, de acordo com o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos Estados Unidos (NIDDK). Embora as pessoas com diabetes sejam mais propensas à doença renal, você pode reduzir o risco de desenvolver essa complicação. Mantenha um bom controle da glicemia: controlar seus níveis de glicose no sangue pode prevenir muitas complicações da diabetes. Para ajudar a combater a doença renal, procure manter sua Hemoglobina Glicada (A1C) abaixo de 7%, ou outro valor indicado pelo seu médico. Controle sua pressão arterial: pressão arterial elevada também pode prejudicar os vasos sanguíneos nos rins. Mantenha a pressão arterial abaixo de 140/90 e, preferencialmente, até 130/80 para os jovens, e aqueles com indicação de doença renal, como recomenda a equipe da Joslin. Não fume. Se você já fuma, faça planos para paras. A nicotina estreita e restringe os vasos sanguíneos, o diabetes faz a mesma coisa. Quando somados, os efeitos negativos sobre o sistema vascular são dobrados! Lembre-se, você não pode mudar o fato de ter diabetes, mas pode evitar danos causados ​pelo descontrole da glicemia, pressão alta e nicotina. www.nlm.nih.gov/medlineplus/spanish/ency/esp_imagepages/19713.htm No Contro de Diabetes Joslin recomenda-se que as pessoas com diabetes façam duas vezes ao ano exames para ajudar a detectar sinais precoces de doença renal, que são os seguintes: Microalbuminúria: este exame monitora o excesso de proteína na urina, uma condição conhecida como microalbuminúria. Um nível normal de albumina na urina é inferior a 30 miligramas. Qualquer valor acima desse nível é um sinal precoce da doença renal. Taxa de filtração glomerular (TFG): é um teste simples e eficaz que mede os níveis de creatinina no sangue. Se a sua função renal diminui, seus níveis de creatinina aumentam. Ao medir rotineiramente sua taxa de filtração glomerular, seu médico pode ver quão eficientemente os seus rins estão filtrando o sangue (um importante indicador de funcionamento dos rins). Pergunte ao seu médico sobre esses dois exames. Se os resultados forem anormais, recomenda-se repetição dos testes após um mês. Enquanto pessoas com diabetes apresentam alto risco para doença renal, exame anual e tratamento agressivo pode reduzir significativamente qualquer declínio da função renal e reduzir o risco de desenvolver doença renal. Traduzido e adaptado por Mark Barone Fonte: Stanton, Robert. 3 Ways to Avoid a Serious Diabetes Complication. Speking of Diabetes, Joslin Diabetes Center. Disponível em: http://blog.joslin.org/2015/06/3-ways-to-avoid-a-serious-diabetes-complication/ Acesso em 04/06/2015.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

AUTOAPLICAÇÃO EM PÚBLICO

Comentário de Laura Kronen No início de 2014, uma coluna de conselhos Miss Manners sugeriu que as pessoas com diabetes devem esperar até encontrar um lugar discreto para testar seu açúcar no sangue em vez de teste em público. Essa coluna causou fortes sentimentos entre a comunidade diabetes em ambos os lados. Nesta coluna, a autora Laura Kronen assume a posição oposta ao responder à reação do público a uma foto de si mesma injetando insulina em público. Provavelmente, se você tem diabetes e não está sofrendo de um caso grave de agorafobia (temor ou medo angustiante que certas pessoas experimentam quando atravessam uma praça, uma rua, ou se vêem no meio da multidão), você provavelmente já teve de administrar insulina ou verificar o seu açúcar no sangue em um lugar público. Vou até mesmo mais longe para apostar que todas as pessoas com diabetes que lêm este artigo já fizeram uma demonstração pública de diabetes, pelo menos uma vez na vida, se não várias vezes por dia. Recentemente, uma foto minha autoaplicando uma dose de insulina durante a noite teve grande repercussão na mídia social. Quase 2000 pessoas comentaram, gostaram, ou compartilharam esta fotografia, com o consenso geral sendo de aplausos para uma mulher cuidando bem de si mesma e não deixando o diabetes atrapalhar sua vida. Muitos pais de crianças com diabetes disseram que mostraram essa imagem para seus filhos como incentivo e inspiração. Para mim, essa foto diz "Quem se importa se o mundo assiste? Eu sou diabético e convivo muito bem com ele dele! Eu estou fazendo o que é preciso para se manter vivo, não importa quem esteja assistindo! " Afinal de contas, ninguém tem vergonha de respirar direito público. E comer é perfeitamente aceitável também, não é? Engolir comprimidos ou usar um inalador também não é problema. Então, por que um grupo de pessoas, com e sem diabetes, teria problema em assistir esse procedimento de autoaplicação de insulina? Alguns críticos desse procedimento foram tão longe a ponto de dizerem que as pessoas com diabetes ir ao seu carro para administrar insulina ou fazer um teste de glicose. Agora, eu não sei quanto a vocês, mas quando estou em um restaurante ou bar, eu, muitas vezes, preciso me injetar algumas vezes, dependendo do que eu realmente tenha comido. Eu não estou correndo para o banheiro duas a três vezes para verificar o açúcar no sangue ou para me injetar. Ser discreto é uma cortesia comum, assim como mastigar com a boca fechada. Nós todos podemos concordar que não há necessidade de fazer uma cena agitando uma seringa ou o dedo sangrando, mas eu acredito que se esconder em um banheiro público ou no banco da frente do seu carro é o envio de uma mensagem que você está envergonhado ou acredita que algo está errado com o que você está fazendo. Em vez disso, sugiro que as pessoas que se sintam desconfortáveis com o olhar dos outros ao seu redor devem simplesmente desviar o olhar. Posso assegurar-lhes que eles não vão ter sérias complicações de saúde por ver alguém cuidar de seus diabetes. Cuidar do diabetes não é uma festa. É um trabalho diuturno que não pode ser prejudicado por preconceitos sociais.
Como as pessoas com diabetes, é preciso conscientizar aqueles que não estão informados sobre a doença. Ainda mais importante, precisamos ser modelos e incentivar outras pessoas que sofrem com esta doença para cuidar de sua saúde, não importa onde eles estejam. Não há nada de errado com você, exceto que seu pâncreas decidiu tirar umas férias permanentes. Faça o que você precisa para sobreviver e viver sua vida em voz alta. Fonte: Laura Kronen. Shameless Public Displays of Diabetes. Insulin in Nation. Published November 4th, 2014. Disponível em: insulinnation.com Laura Kronen é a autora do livro Too Sweet: The Not-So-Serious Side to Diabetes e convive com diabetes tipo 1 por mais de 20 anos. Ela é também a fundadora da organização Be You Only Better e dedica-se a promover orientação motivacional, saúde e bem estar para pessoas com diabetes ao redor do mundo. PARTICIPE DESTE DEBATE. DÊ SUA OPINIÃO. ENVIE SEUS COMENTÁRIOS. FONTE:http://www.diabetes.org.br/ultimas/autoaplicacao-em-publico ASCOM GADA CAJAZEIRAS

quarta-feira, 27 de maio de 2015

DIABETES TIPO 1 NO BRASIL FOI TEMA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Na última quinta-feira, a ADJ junto com a ANAD, FENAD e SBD foram convidadas para participar da Audiência Pública sobre a Situação do Diabetes Tipo 1 no Brasil, a convite do deputado Gil Lancaster, autor da PL 415/2015, que institui a Semana Estadual do Diabetes Tipo 1. Estiveram presentes na mesa de debate: Carlos José Augusto da Costa, Dra.Karla Melo, Dr. Walter Minicucci, Dr. Fadlo Fraige Filho, Dr. Luiz Eduardo Calliari, os deputados Gil Lancaster e Márcio Camargo, e Luiz Eduardo Gutierres, que representou o presidente da Assembleia Legislativa Fernando Capez, e as mães de filhos com diabetes Carolina Dias e Denise Panico. Cada um dos presentes expôs o cenário do diabetes, os cuidados, as lutas conquistadas a favor das pessoas com a condição, o apoio à aprovação das insulinas análogas para entrar no protocolo de tratamento das crianças e jovens com diabetes, o repúdio à matéria da Folha de S. Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/05/1631178-com-apoio-de-farmaceuticas-associacoes-pedem-mais-remedios-na-lista-do-sus.shtml), que relata que as associações se beneficiam dos recursos das empresas farmacêuticas para fazer lobby a favor dos medicamentos. O deputado Gil Lancaster assinou quatro PLs, que beneficiam portadores de diabetes tipo 1. Um deles é sobre atendimento diferenciado para esses pacientes na rede estadual de saúde, o outro sobre um cardápio diferenciado nas escolas públicas, o terceiro fala sobre as escolas disponibilizem um armário para inserção das insulinas, lancetas e monitores de glicose e, no final, o quarto é sobre os hospitais públicos e outras instituições de saúde serem pautados sobre noções básicas do diabetes. Os próximos passos serão reunir todas estas ideias e apresentar na reunião da Frente Parlamentar, que acontecerá em breve. Possivelmente as propostas serão levadas para o poder executivo. Agora é só esperar!
Nota sobre a matéria da Folha de S. Paulo Gostaria de esclarecer que antes do I Encontro Nacional de Jovens e Adultos com Diabetes, ocorrido em abril, fiz uma sugestão para o jornalista da Folha de S. Paulo sobre o empoderamento do paciente. A minha ideia foi colocar o repórter em contato com instituições que já realizaram iniciativas, que conseguiram mudar o protocolo de atendimento de pessoas com câncer e com artrite reumatoide e que associações de diabetes estavam trilhando o mesmo caminho. A ideia era que fosse publicada uma matéria que listasse as políticas públicas de diabetes e o que estávamos propondo para melhorar o atendimento da saúde da pessoa com a condição no país. Ao longo das apurações do jornalista, ele resolveu mudar de ideia e publicou uma matéria com informações, que só prejudicaram todas as associações, que querem melhorar o sistema de saúde no Brasil. Deixo bem claro, que em hipótese alguma a inserção das insulinas análogas no protocolo de atendimento de pessoas com diabetes tem recursos das empresas farmacêuticas. A nossa luta é que pessoas com a condição tenham direito ao tratamento adequado para diminuir os riscos de hipoglicemia e de complicações. No final das contas, o que era para ser uma matéria positiva acabou frustrando todos os pacientes com diabetes e associações de todas as doenças do país, principalmente as de câncer, artrite reumatoide e diabetes. Resultado: foi uma matéria de desserviço! Mas no final, chegamos à conclusão de que a imagem de cada uma das associações não se queima diante do trabalho, do serviço e dos resultados de cada uma delas, que atua em prol da humanidade! fonte:http://www.convivenciacomdiabetes.com.br/2015/05/diabetes-tipo-1-no-brasil-foi-tema-da_25.html

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O Presidente do Gada Cajazeiras representa região em importante evento em São Paulo Leia mais: http://gadacajazeiras.webnode.com/news/o-presidente-do-gada-cajazeiras-representa-regiao-em-importante-evento-em-sao-paulo/ Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br

O Atual Presidente o Jovem Ronaldo Rodrigues esteve entre os dias 23 e 25 de Abril em São Paulo, participando das atividades do I Encontro Nacional de Jovens e Adultos com diabetes, promovido pela Associação de Diabetes Juvenil - ADJ. O evento serviu como encontro entre instituições do todo o País para discutir e buscar soluções para o tratamento do diabetes de forma digna, gratuita e assistencialista. Ascom e Decom Gada Cajazeiras

quarta-feira, 1 de abril de 2015

O QUÊ VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ESTRESSE E DIABETES

O estresse é uma reação do seu corpo quando ele sente como se estivesse sob um ataque. Os desencadeantes do estresse podem ser físicos (lesões ou doenças) ou mentais (problemas no casamento, no trabalho, financeiros). Quando o estresse aparece, seu corpo se prepara para atacar-ou-correr. Esta reação desencadeia a liberação de níveis elevados de diversos hormônios que servem para mobilizar uma grande quantidade de energia que está estocada na forma de açúcar e gordura e devem ir até as células para que o corpo reaja ao perigo. Porém, em diabéticos esta resposta “atacar-ou-correr” não funciona bem, pois a insulina não consegue levar esta energia extra para dentro das células. E a glicose sobe no sangue. Desta forma, os hormônios de estresse podem alterar diretamente sua glicemia, impedindo seu corpo de produzir insulina ou mesmo utilizá-la adequadamente. Em pessoas com diabetes, o estresse pode afetar a glicemia de duas formas: 1. Pessoas estressadas não conseguem se cuidar adequadamente. Podem abusar de álcool ou fazer menos exercício. Podem se esquecer de medir sua glicemia, não conseguir ajustar seu tempo para realizar atividade física ou comer adequadamente. 2. Os hormônios de estresse podem alterar a glicemia diretamente: o estresse mental em DM1 pode se elevar ou diminuir muito a glicemia; em DM2 o estresse tende apenas a elevar a glicemia. Sob estresse físico, como cirurgias ou doenças, a glicemia tende a subir tanto em DM1 quanto DM2. O estresse pode aparecer ao receber o diagnóstico de diabetes, como uma reação ao receber este diagnóstico. Observe se você esta desenvolvendo estresse, preste atenção nestes indicadores de estresse: 1. Aumento da freqüência cardíaca sem outra causa aparente 2. Aumento da pressão arterial ou descontrole da mesma 3. Aumento da tensão muscular (dor muscular) 4. Elevação ou queda da glicemia sem outra causa aparente O quê podemos fazer para combater o estresse secundário a um diagnóstico de diabetes: 1. Listar as situações que estão fora do seu controle. Não há cura para o diabetes, ainda. O diagnóstico foi feito e não muda. 2. Aceite seu diagnóstico, suas sensações e frustrações ao ter o diabetes. Se estiver muito difícil, procure aconselhamento psicológico ou um grupo de diabéticos para suporte. 3. Reconheça o quê você pode controlar!: você tem total domínio sobre sua glicemia. Enfrente o desafio, aderindo a uma vida saudável, com alimentação adequada, contagem de carboidratos, exercício físico e tomando sua medicação e insulina corretamente. 4. É interessante notar que o estresse desencadeado por diabetes pode muita vezes ser confundido com depressão. Mas diferentemente desta, o uso de antidepressivo não melhora o quadro. O que melhora o estresse relacionado a diabetes é aceitação da situação e atividade física. Logicamente existe a possibilidade haver uma depressão junto. Se você achar que está deprimido, converse com seu endocrinologista para que ele possa te ajudar. Neste caso há indicação de uso de antidepressivos. O quê podemos fazer para combater o estresse Mental: 1. Primeiramente cheque se sua alteração glicêmica é secundária ao estresse. Isso é fácil. Basta anotar uma escala de ) a 10 o grau do seu estresse logo antes da fazer a dextro (ponta-de–dedo). Faça isso por uns 10 dias e veja se há correlação entre seu nível de glicose com o nível de estresse. 2. Faça mudanças em sua vida: se seu trabalho te estressa, peça transferência; se o transito te estressa, mude de rota; se você está brigando com alguém querido, faça o primeiro movimento para se acertar com esta pessoa. Resolva! 3. Outras formas de diminuir o estresse são: atividade física contínua; aulas de dança, arrumar um hobby, participar de atividades voluntárias. 4. Converse ou observe como outras pessoas lidam com estresse e veja se a solução delas serve para você. 5. Aprenda a relaxar: faça ioga, meditação. Estas atividades diminuem os hormônios relacionados ao estresse que podem alterar sua glicemia. Um exercício simples é o da respiração: sente-se ou deita-se com braços e pernas descruzados. Respire bem fundo. Solte o máximo de ar que puder. Tente relaxar seus músculos ao soltar o ar. Repita por 5 a 20 minutos pelo menos uma vez ao dia. 6. Faça exercícios físicos. 7. Substitua pensamentos ruins por bons. Toda vez que vier um pensamento ruim, esforce-se para pensar em algo que te faça bem. Pode ser uma memória, uma prece ou mesmo uma imagem de um lugar que te traga paz. 8. Qualquer que seja o método que você escolha para relaxar pratique. Quanto mais vezes você fizer, mas rápido atingirá o nível de relaxamento. O quê podemos fazer para combater o estresse Físico: Algumas fontes de estresse nunca vão embora, não importa o que você faça. O fato de você ter diabetes é um deles. Ainda assim há meios de diminuir o estresse de ter que conviver com o diabetes. 1. Busque grupos de diabéticos. Há Associações de Diabéticos ou grupos na internet como Bate-Papo Diabetes no Facebook. Conhecendo pessoas com a mesma situação que você te ajudarão a se sentir menos só. Da mesma forma, conhecer como outras pessoas lidam com a diabetes pode te ajudar. 2. Pensem nos aspectos do dia-a-dia do diabetes que te estressam mais, como por exemplo, ter disciplina no horário da medicação, ter que fazer atividade física ou checar sua glicemia. Se você tiver dificuldade num destes temas, converse com alguém do seu grupo para orientação. 3. Se o peso de ter diabetes for muito para você , considere procurar ajuda profissional como psicoterapia direcionada a este tópico. A decisão de se cuidar requer comprometimento, mas em troca você terá uma vida saudável e feliz. FONTE:http://www.diabetes.org.br/colunistas/dra-bibiana-prada-de-camargo-colenci/o-que-voce-precisa-saber-sobre-estresse-e-diabetes DECOM E ASCOM.