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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Insulinas Melhores Para Crianças e Adolescentes Com Diabetes do Brasil - Assine a Petição

Nós solicitamos que o Ministério da Saúde disponibilize, para crianças e adolescentes brasileiros com diabetes, insulinas capazes de melhorar o controle da doença e a qualidade de vida! Assine Já a Nossa Petição - Clique Aqui (Associação de Diabetes Juvenil, Associação Nacional de Assistência ao Diabetes, Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes, Sociedade Brasileira de Diabetes, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e Sociedade Brasileira de Pediatria). Para quem esta petição deve ser entregue? Exmo Sr Ministro da Saúde do Brasil Professor Doutor Arthur Chioro. O que você quer que ele(s) faça(m)? Nós solicitamos que o Ministério da Saúde disponibilize, para crianças e adolescentes brasileiros com diabetes, insulinas capazes de melhorar o controle da doença e a qualidade de vida! Por que isto é importante? O controle do diabetes no Brasil é inadequado, principalmente entre os usuários de insulina (aproximadamente 10% com bom controle). No longo prazo, o mau controle do diabetes aumenta o risco de desenvolvimento de complicações (cegueira, insuficiência renal, amputação, infarto do miocárdio) que comprometem a saúde e a qualidade de vida destas pessoas e aumentam os custos com o tratamento. Além disso, o uso de insulinas ou doses de insulinas inadequadas pode provocar hipoglicemias graves (glicose muito baixa no sangue) com perda de consciência, convulsões e até mesmo morte, principalmente se ocorrem enquanto os pacientes dormem. Solicitamos a incorporação de insulina de ação ultrarrápida (insulina asparte, ou glulisina, ou lispro) para as pessoas com diabetes e idade até 19 anos (crianças e adolescentes pela OMS), na tentativa de reduzir complicações futuras do diabetes e hipoglicemias graves e noturnas e aumentar as chances de que alcancem a vida adulta com capacidade funcional e laborativa como esperado para o futuro das crianças. O diagnóstico de diabetes tipo 1, geralmente, é feito na infância e adolescência e estes pacientes devem usar múltiplas doses de dois tipos diferentes de insulinas. Uma insulina de ação rápida ou ultrarrápida, associada a uma insulina de ação intermediária ou prolongada, para obtenção de controle adequado da glicemia. Crianças e adolescentes têm maior dificuldade para reconhecer os sintomas de hipoglicemia e para tratá-la adequadamente, o que aumenta a probabilidade de hipoglicemias graves. Além disso, hipoglicemias graves podem ter consequências mais danosas nesta faixa etária. Durante a adolescência, geralmente, há piora do controle glicêmico, associada às mudanças hormonais que ocorrem neste período e que se somam às mudanças comportamentais. Atualmente, o Ministério da Saúde do Brasil disponibiliza na lista de medicamentos do SUS, apenas as insulinas humanas NPH (ação intermediária) e regular (ação rápida). Nas últimas décadas houve uma evolução significativa no tratamento com insulinas, com o surgimento das insulinas análogas de ação ultrarrápida e de ação prolongada que permitem melhor controle do diabetes e redução das hipoglicemias. As insulinas de ação ultrarrápida possuem início de ação mais rápido e são eliminadas do corpo mais rapidamente do que a insulina humana regular, o que possibilita um melhor controle da glicemia após as refeições e redução das hipoglicemias graves e noturnas. Entre as insulinas análogas estas são as de custo mais baixo, quando comparadas às insulinas análogas de ação prolongada (detemir e glargina) e que possuem mais estudos sobre eficácia e segurança, inclusive em crianças e adolescentes. O diabetes é uma epidemia mundial e no Brasil, sendo necessária uma estratégia específica para o seu controle. Visando uma melhora planejada e gradativa do tratamento com insulinas no Brasil, solicitamos a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida para todas as pessoas com diagnóstico de diabetes e idade até 19 anos. Outros países como Alemanha, Inglaterra, Chile, Costa Rica e Uruguai possuem insulinas análogas na padronização do tratamento de pessoas com diabetes. No Brasil, a judicialização da medicina tem permitido o uso de tratamentos mais adequados para pessoas com diabetes. Porém, essa prática cada vez mais frequente em nosso país, permite acesso apenas aos pacientes que tem a possibilidade de mover ação contra o Estado. A grande maioria dos pacientes atendidos pelo SUS não possuem estes tratamentos disponíveis. Esta incorporação inicial para pacientes com idade até 19 anos torna este primeiro passo factível, atenderá crianças e adolescentes com doença crônica que são prioridades em saúde pública no mundo e fornecerá dados que permitirão a análise para a progressão da melhora do tratamento com insulinas no Brasil. Com estes dados, será possível avaliar a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida em outras indicações (todos com diabetes tipo 1, gestantes e idosos com hipoglicemias graves e noturnas frequentes, em uso de insulina humana regular), assim como de outras terapias, como as insulinas de ação prolongada e a bomba de insulina, indicadas em situações especiais, para os pacientes que persistem com hipoglicemias graves e noturnas apesar do uso da insulina de ação ultrarrápida. As sociedades médicas e de profissionais de saúde (SBD, SBEM e SBP), bem como as entidades representativas de pacientes (ADJ, ANAD e FENAD), em contrapartida, se disponibilizam para auxiliar na análise dos efeitos desta incorporação sobre a saúde e qualidade de vida das pessoas com diabetes, seus aspectos farmacoeconômicos e no desenvolvimento de estratégias para melhorar a saúde de pessoas com diabetes em nosso país. Esta é a nossa chance de mudarmos a realidade de pessoas com diabetes do Brasil, possibilitando uma qualidade de vida melhor. Autor: ADJ/ANAD/FENAD/SBD/SBEM/SBP

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

RELAÇÃO ENTRE CONTROLE GLICÊMICO INTENSIVO E DOENÇA CARDÍACA ISQUÊMICA

A hiperglicemia é uma condição que expressa o mau controle do DIABETES e que pode aumentar substancialmente o risco de doenças cardíaca isquêmica nesses pacientes. Apesar das várias publicações indicando o impacto do bom controle glicêmico sobre a redução do risco cardiovascular, esse fato ainda não é uma unanimidade entre os especialistas. O presente estudo teve por objetivo avaliar se a redução intensiva da glicemia poderia afetar o risco cardiovascular. Foram incluídos na população estudada 10.251 adultos, com idades entre 40 e 79 anos e com DIABETES tipo 2, apresentando uma hemoglobina glicada média de 8,3%, além de fatores de risco para doença cardíaca isquêmica no estudo ACCORD. Os participantes foram aleatoriamente alocados a um esquema de terapia intensiva ou padrão (A1C<6,0% ou 7,0-7,9%, respectivamente). Os autores pesquisaram a presença de infarto do miocárdio fatal ou não fatal, revascularização coronária, angina instável e angina recente durante o tratamento ativo, com duração média de 3,7 anos, além de um adicional médio de 1 a 2 anos. A ocorrência de infarto do miocárdio foi menos frequente no grupo de terapia intensiva, em comparação com o grupo padrão, durante o tratamento ativo, com um coeficiente de risco de 0,80. Resultados similares foram encontrados para uma combinação que incluía infarto do miocárdio, revascularização coronária e angina instável. Além disso, esse mesmo efeito protetor foi detectado em relação à presença isolada de revascularização coronária, bem como de angina instável durante todo o tempo de seguimento. Os autores concluíram que o aumento da concentração de glicose sanguínea é um fator de risco modificável para doença cardíaca isquêmica em indivíduos de meia idade com DIABETES tipo 2 apresentando também outros fatores de risco cardiovascular. Referência Bibliográfica: 1. Gerstein HC, Miller ME, Ismail-Beigi F et al. Effects of Intensive Glycaemic Control on Ischaemic Heart Disease: Analysis of Data from the Randomised, Controlled ACCORD Trial. The Lancet 2014;384(9958):1936-1941. DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Tipos de insulina variam conforme tempo de ação e possuem indicações diferentes.

Antes de falarmos dos tipos de insulina para o portador de diabetes, é preciso entender um pouco como a INSULINA funciona no nosso organismo. Ela é um hormônio produzido pelo pâncreas e sua principal função é colocar o açúcar que ingerimos, ou seja, a glicose, dentro das células. A glicose, uma vez dentro das células, será usada como combustível, gerando energia. A insulina é liberada em maior quantidade quando nos alimentamos, mas também é liberada em quantidades pequenas entre as refeições. Isto serve para controlar os níveis de açúcar no sangue nos períodos de jejum e também nos períodos após comermos. Quando o paciente com DIABETES precisa usar insulina, é porque seu pâncreas não tem mais capacidade de fabricar a quantidade que o corpo necessita dessa substância para controlar os níveis de açúcar. No Brasil existem vários tipos de INSULINA, que são divididas conforme o seu tempo de ação: rápida, ultrarrápida, lenta (longa) e intermediária. Ou seja, se uma INSULINA funciona imediatamente após ser aplicada ela será ultrarrápida, se ela demora mais tempo para fazer seu efeito é chamada de insulina longa. Tipos de insulina A melhor insulina será aquela que irá controlar a glicose da forma mais parecida com o seu pâncreas A insulina regular é uma insulina rápida e tem coloração transparente. Após ser aplicada, seu início de ação acontece entre meia e uma hora, e seu efeito máximo se dá entre duas a três horas após a aplicação. A Insulina NPH é uma insulina intermediária e tem coloração leitosa. A sigla NPH que dizer Neutral Protamine Hagedorn, sendo Hagedorn o sobrenome de um dos seus criadores e Protamina o nome da substância que é adicionada à insulina para retardar seu tempo de ação. Após ser aplicada, seu início de ação acontece entre duas e quatro horas, seu efeito máximo se dá entre quatro a 10 horas e a sua duração é de 10 a 18 horas. Há alguns anos vem sendo desenvolvido pelas indústrias farmacêuticas um tipo especial de insulina, chamado análogo de insulina. Estes análogos são moléculas modificadas da insulina que o nosso corpo naturalmente produz, e podem ter ação ultrarrápida ou ação lenta. Existem alguns tipos de análogos ultrarrápidos disponíveis no mercado brasileiro, são eles: Asparte, Lispro e Glulisina. Após serem aplicados, seu início de ação acontece de cinco a 15 minutos e seu efeito máximo se dá entre meia e duas horas. Entre os análogos de insulina, são encontrados também dois tipos de ação longa: Glargina e Detemir. A insulina análoga Glargina tem um início de ação entre duas a quatro horas após ser aplicada, não apresenta pico de ação máxima e funciona por 20 a 24 horas. Já o análogo Detemir tem um início de ação entre uma a três horas, pico de ação entre seis a oito horas e duração de 18 a 22 horas. Existe ainda um tipo de insulina chamado de pré-mistura, que consiste de preparados especiais que combinam diferentes tipos de insulina em várias proporções. Podem ser 90:10, ou seja 90% de insulina lenta ou intermediária e 10% de insulina rápida ou ultrarrápida. Eles também pode ter outras proporções, como 50:50 e 70:30. Como saber qual a insulina é a melhor? SAIBA MAIS Diabetes: como a dieta interfere na glicemia? Você sabe se proteger contra a hipoglicemia? Pelo fato de funcionarem em tempos diferentes, as INSULINAS podem ser combinadas para imitar o pâncreas normal. Quando aplicamos a INSULINAlenta ou intermediária, estamos buscando controlar o açúcar entre as refeições, e quando usamos insulina rápida ou ultrarrápida, o objetivo é controlar a glicose ingerida das refeições. No entanto, essa é uma regra geral, e cada paciente receberá uma prescrição do seu médico conforme o caso e a hora mais necessária para controlar os níveis de glicose. A melhor insulina será aquela que irá controlar a glicose da forma mais parecida com o seu pâncreas, evitando assim que os níveis de açúcar permaneçam altos. link:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/16753-tipos-de-insulina-variam-conforme-tempo-de-acao-e-possuem-indicacoes-diferentes DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

RISCO DE DIABETES ENTRE ADULTOS JOVENS METABOLICAMENTE SAUDÁVEIS E COM SOBREPESO E OBESIDADE

O objetivo deste estudo foi o de determinar a incidência de diabetes no decorrer do tempo em jovens adultos sem fatores metabólicos de risco. A avaliação da incidência de diabetes foi conduzida num seguimento de 6,1 anos, em 33.939 adultos jovens (média de idade = 30,9 anos) os quais foram estratificados de acordo com o IMC e com o número de anormalidades metabólicas. A obesidade metabolicamente sadia foi definida como um IMC >30 kg/m2, na presença de normoglicemia, pressão arterial normal e níveis normais de triglicérides e de HDL colesterol. Os resultados mostraram que houve um total de 734 novos casos de diabetes. A taxa de incidência de diabetes entre participantes sem fatores metabólicos de risco foi de 1,15, 2,10 e 4,34 casos por 1.000 pessoas/anos entre os pacientes magros, portadores de sobrepeso e diabetes, respectivamente. Uma análise multivariada ajustada para diversos interferentes mostrou que um risco aumentado de diabetes foi observado entre os pacientes com sobrepeso e com obesidade, em comparação com indivíduos metabolicamente saudáveis. Os autores concluíram que um perfil metabolicamente saudável e ausência fatores de risco para diabetes não protegem adultos jovens da ocorrência de diabetes em indivíduos com sobrepeso ou obesidade. Referência bibliográfica: 1. Twig G, Afek A, Derazne E et al. Diabetes Risk Among Overweight and Obese Metabolically Healthy Young Adults. Diabetes Care 2014;37(11):2989-2995.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Teste de glicemia obrigatório!

Teste de glicemia obrigatório!Estima-se que mais de 12 milhões de Brasileiros sejam diabéticos, mas metade destas pessoas nem imaginam que tenham diabetes. Muitas pessoas vão aos centros de saúde sem saber que são diabéticas e acabam tomando medicamentos que uma pessoa diabética não pode, o que acaba complicando o quadro. Aconteceu em Teresina, no sistema de saúde do município, uma menina de 8 anos chamada Luana foi levada ao hospital por apresentar quadro de vômito, foi internada e tomou soro glicosado o que foi fatal! A garota deu entrada no hospital às 15h12, com um quadro de desidratação e vômitos, e faleceu por volta das 20 horas. Um simples teste de glicemia poderia ter evitado a morte dessa garota de 8 anos. Quantos casos destes não devem acontecer sem que chegue ao conhecimento do público? Imagino que vários, numa reportagem um especialista diz que ‘erros médicos são comuns na rede pública e particular‘, uma criança morrer por não ter feito um teste de glicemia, isso não é erro comum. O teste de glicemia deveria ser uma obrigatoriedade nas unidades de saúde. Foi lançada uma campanha para pedir a obrigatoriedade do teste iniciada por Silvia Onofre (João Pedro e o Diabetes) e conta com o apoio de outros blogueiros. O exame obrigatório que queremos não passa de um furinho na ponta do dedo. Vamos assinar esta petição? fonte:http://www.soudiabetico.com.br/especiais/teste-de-glicemia-obrigatorio DECOM E SECOM GADA CAJAZEIRAS.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Vice Presidente do Gada Participa de Reunião com Coordenação do Mesa Brasil.

Nossa Vice-presidente Maria Do Socorro esteve hoje em uma reunião na sede do Sesc/ Cajazeiras com a equipe do programa Mesa Brasil para tratar sobre parceria entre as duas entidades.

sábado, 9 de agosto de 2014

Integrantes do Gada se reúnem com a coordenação da Pastoral da Criança.

Os integrantes do Grupo de Amigos Diabéticos em Ação (GADA) estiveram reunidos na tarde do último dia 08 de Agosto de 2014 na sede da Pastoral da Criança com a sua coordenadora Ir. Risoneide num planejamento estratégico e de parceria entre as duas entidades. ASCOM E DECOM GADA CAJAZEIRAS-PB.