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quarta-feira, 27 de maio de 2015

DIABETES TIPO 1 NO BRASIL FOI TEMA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Na última quinta-feira, a ADJ junto com a ANAD, FENAD e SBD foram convidadas para participar da Audiência Pública sobre a Situação do Diabetes Tipo 1 no Brasil, a convite do deputado Gil Lancaster, autor da PL 415/2015, que institui a Semana Estadual do Diabetes Tipo 1. Estiveram presentes na mesa de debate: Carlos José Augusto da Costa, Dra.Karla Melo, Dr. Walter Minicucci, Dr. Fadlo Fraige Filho, Dr. Luiz Eduardo Calliari, os deputados Gil Lancaster e Márcio Camargo, e Luiz Eduardo Gutierres, que representou o presidente da Assembleia Legislativa Fernando Capez, e as mães de filhos com diabetes Carolina Dias e Denise Panico. Cada um dos presentes expôs o cenário do diabetes, os cuidados, as lutas conquistadas a favor das pessoas com a condição, o apoio à aprovação das insulinas análogas para entrar no protocolo de tratamento das crianças e jovens com diabetes, o repúdio à matéria da Folha de S. Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/05/1631178-com-apoio-de-farmaceuticas-associacoes-pedem-mais-remedios-na-lista-do-sus.shtml), que relata que as associações se beneficiam dos recursos das empresas farmacêuticas para fazer lobby a favor dos medicamentos. O deputado Gil Lancaster assinou quatro PLs, que beneficiam portadores de diabetes tipo 1. Um deles é sobre atendimento diferenciado para esses pacientes na rede estadual de saúde, o outro sobre um cardápio diferenciado nas escolas públicas, o terceiro fala sobre as escolas disponibilizem um armário para inserção das insulinas, lancetas e monitores de glicose e, no final, o quarto é sobre os hospitais públicos e outras instituições de saúde serem pautados sobre noções básicas do diabetes. Os próximos passos serão reunir todas estas ideias e apresentar na reunião da Frente Parlamentar, que acontecerá em breve. Possivelmente as propostas serão levadas para o poder executivo. Agora é só esperar!
Nota sobre a matéria da Folha de S. Paulo Gostaria de esclarecer que antes do I Encontro Nacional de Jovens e Adultos com Diabetes, ocorrido em abril, fiz uma sugestão para o jornalista da Folha de S. Paulo sobre o empoderamento do paciente. A minha ideia foi colocar o repórter em contato com instituições que já realizaram iniciativas, que conseguiram mudar o protocolo de atendimento de pessoas com câncer e com artrite reumatoide e que associações de diabetes estavam trilhando o mesmo caminho. A ideia era que fosse publicada uma matéria que listasse as políticas públicas de diabetes e o que estávamos propondo para melhorar o atendimento da saúde da pessoa com a condição no país. Ao longo das apurações do jornalista, ele resolveu mudar de ideia e publicou uma matéria com informações, que só prejudicaram todas as associações, que querem melhorar o sistema de saúde no Brasil. Deixo bem claro, que em hipótese alguma a inserção das insulinas análogas no protocolo de atendimento de pessoas com diabetes tem recursos das empresas farmacêuticas. A nossa luta é que pessoas com a condição tenham direito ao tratamento adequado para diminuir os riscos de hipoglicemia e de complicações. No final das contas, o que era para ser uma matéria positiva acabou frustrando todos os pacientes com diabetes e associações de todas as doenças do país, principalmente as de câncer, artrite reumatoide e diabetes. Resultado: foi uma matéria de desserviço! Mas no final, chegamos à conclusão de que a imagem de cada uma das associações não se queima diante do trabalho, do serviço e dos resultados de cada uma delas, que atua em prol da humanidade! fonte:http://www.convivenciacomdiabetes.com.br/2015/05/diabetes-tipo-1-no-brasil-foi-tema-da_25.html

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O Presidente do Gada Cajazeiras representa região em importante evento em São Paulo Leia mais: http://gadacajazeiras.webnode.com/news/o-presidente-do-gada-cajazeiras-representa-regiao-em-importante-evento-em-sao-paulo/ Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br

O Atual Presidente o Jovem Ronaldo Rodrigues esteve entre os dias 23 e 25 de Abril em São Paulo, participando das atividades do I Encontro Nacional de Jovens e Adultos com diabetes, promovido pela Associação de Diabetes Juvenil - ADJ. O evento serviu como encontro entre instituições do todo o País para discutir e buscar soluções para o tratamento do diabetes de forma digna, gratuita e assistencialista. Ascom e Decom Gada Cajazeiras

quarta-feira, 1 de abril de 2015

O QUÊ VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ESTRESSE E DIABETES

O estresse é uma reação do seu corpo quando ele sente como se estivesse sob um ataque. Os desencadeantes do estresse podem ser físicos (lesões ou doenças) ou mentais (problemas no casamento, no trabalho, financeiros). Quando o estresse aparece, seu corpo se prepara para atacar-ou-correr. Esta reação desencadeia a liberação de níveis elevados de diversos hormônios que servem para mobilizar uma grande quantidade de energia que está estocada na forma de açúcar e gordura e devem ir até as células para que o corpo reaja ao perigo. Porém, em diabéticos esta resposta “atacar-ou-correr” não funciona bem, pois a insulina não consegue levar esta energia extra para dentro das células. E a glicose sobe no sangue. Desta forma, os hormônios de estresse podem alterar diretamente sua glicemia, impedindo seu corpo de produzir insulina ou mesmo utilizá-la adequadamente. Em pessoas com diabetes, o estresse pode afetar a glicemia de duas formas: 1. Pessoas estressadas não conseguem se cuidar adequadamente. Podem abusar de álcool ou fazer menos exercício. Podem se esquecer de medir sua glicemia, não conseguir ajustar seu tempo para realizar atividade física ou comer adequadamente. 2. Os hormônios de estresse podem alterar a glicemia diretamente: o estresse mental em DM1 pode se elevar ou diminuir muito a glicemia; em DM2 o estresse tende apenas a elevar a glicemia. Sob estresse físico, como cirurgias ou doenças, a glicemia tende a subir tanto em DM1 quanto DM2. O estresse pode aparecer ao receber o diagnóstico de diabetes, como uma reação ao receber este diagnóstico. Observe se você esta desenvolvendo estresse, preste atenção nestes indicadores de estresse: 1. Aumento da freqüência cardíaca sem outra causa aparente 2. Aumento da pressão arterial ou descontrole da mesma 3. Aumento da tensão muscular (dor muscular) 4. Elevação ou queda da glicemia sem outra causa aparente O quê podemos fazer para combater o estresse secundário a um diagnóstico de diabetes: 1. Listar as situações que estão fora do seu controle. Não há cura para o diabetes, ainda. O diagnóstico foi feito e não muda. 2. Aceite seu diagnóstico, suas sensações e frustrações ao ter o diabetes. Se estiver muito difícil, procure aconselhamento psicológico ou um grupo de diabéticos para suporte. 3. Reconheça o quê você pode controlar!: você tem total domínio sobre sua glicemia. Enfrente o desafio, aderindo a uma vida saudável, com alimentação adequada, contagem de carboidratos, exercício físico e tomando sua medicação e insulina corretamente. 4. É interessante notar que o estresse desencadeado por diabetes pode muita vezes ser confundido com depressão. Mas diferentemente desta, o uso de antidepressivo não melhora o quadro. O que melhora o estresse relacionado a diabetes é aceitação da situação e atividade física. Logicamente existe a possibilidade haver uma depressão junto. Se você achar que está deprimido, converse com seu endocrinologista para que ele possa te ajudar. Neste caso há indicação de uso de antidepressivos. O quê podemos fazer para combater o estresse Mental: 1. Primeiramente cheque se sua alteração glicêmica é secundária ao estresse. Isso é fácil. Basta anotar uma escala de ) a 10 o grau do seu estresse logo antes da fazer a dextro (ponta-de–dedo). Faça isso por uns 10 dias e veja se há correlação entre seu nível de glicose com o nível de estresse. 2. Faça mudanças em sua vida: se seu trabalho te estressa, peça transferência; se o transito te estressa, mude de rota; se você está brigando com alguém querido, faça o primeiro movimento para se acertar com esta pessoa. Resolva! 3. Outras formas de diminuir o estresse são: atividade física contínua; aulas de dança, arrumar um hobby, participar de atividades voluntárias. 4. Converse ou observe como outras pessoas lidam com estresse e veja se a solução delas serve para você. 5. Aprenda a relaxar: faça ioga, meditação. Estas atividades diminuem os hormônios relacionados ao estresse que podem alterar sua glicemia. Um exercício simples é o da respiração: sente-se ou deita-se com braços e pernas descruzados. Respire bem fundo. Solte o máximo de ar que puder. Tente relaxar seus músculos ao soltar o ar. Repita por 5 a 20 minutos pelo menos uma vez ao dia. 6. Faça exercícios físicos. 7. Substitua pensamentos ruins por bons. Toda vez que vier um pensamento ruim, esforce-se para pensar em algo que te faça bem. Pode ser uma memória, uma prece ou mesmo uma imagem de um lugar que te traga paz. 8. Qualquer que seja o método que você escolha para relaxar pratique. Quanto mais vezes você fizer, mas rápido atingirá o nível de relaxamento. O quê podemos fazer para combater o estresse Físico: Algumas fontes de estresse nunca vão embora, não importa o que você faça. O fato de você ter diabetes é um deles. Ainda assim há meios de diminuir o estresse de ter que conviver com o diabetes. 1. Busque grupos de diabéticos. Há Associações de Diabéticos ou grupos na internet como Bate-Papo Diabetes no Facebook. Conhecendo pessoas com a mesma situação que você te ajudarão a se sentir menos só. Da mesma forma, conhecer como outras pessoas lidam com a diabetes pode te ajudar. 2. Pensem nos aspectos do dia-a-dia do diabetes que te estressam mais, como por exemplo, ter disciplina no horário da medicação, ter que fazer atividade física ou checar sua glicemia. Se você tiver dificuldade num destes temas, converse com alguém do seu grupo para orientação. 3. Se o peso de ter diabetes for muito para você , considere procurar ajuda profissional como psicoterapia direcionada a este tópico. A decisão de se cuidar requer comprometimento, mas em troca você terá uma vida saudável e feliz. FONTE:http://www.diabetes.org.br/colunistas/dra-bibiana-prada-de-camargo-colenci/o-que-voce-precisa-saber-sobre-estresse-e-diabetes DECOM E ASCOM.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Ciclo de conversas nas UBS

A equipe Diretora do Grupo de Amigos Diabéticos em Ação Realizou na manhã desta Quinta- Feira (11) ações voltadas ao atendimento do paciente diabético, com orientação e roda de conversas na UBS (Unidade Básica de Saúde) DOM BOSCO no Bairro Capoeiras. O evento contou com o apoio e incentivo do SESC por meio do Programa Mesa Brasil. Conviver com o diabetes e prevenir são as nossas metas. DECOM E SECOM

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Insulinas Melhores Para Crianças e Adolescentes Com Diabetes do Brasil - Assine a Petição

Nós solicitamos que o Ministério da Saúde disponibilize, para crianças e adolescentes brasileiros com diabetes, insulinas capazes de melhorar o controle da doença e a qualidade de vida! Assine Já a Nossa Petição - Clique Aqui (Associação de Diabetes Juvenil, Associação Nacional de Assistência ao Diabetes, Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes, Sociedade Brasileira de Diabetes, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e Sociedade Brasileira de Pediatria). Para quem esta petição deve ser entregue? Exmo Sr Ministro da Saúde do Brasil Professor Doutor Arthur Chioro. O que você quer que ele(s) faça(m)? Nós solicitamos que o Ministério da Saúde disponibilize, para crianças e adolescentes brasileiros com diabetes, insulinas capazes de melhorar o controle da doença e a qualidade de vida! Por que isto é importante? O controle do diabetes no Brasil é inadequado, principalmente entre os usuários de insulina (aproximadamente 10% com bom controle). No longo prazo, o mau controle do diabetes aumenta o risco de desenvolvimento de complicações (cegueira, insuficiência renal, amputação, infarto do miocárdio) que comprometem a saúde e a qualidade de vida destas pessoas e aumentam os custos com o tratamento. Além disso, o uso de insulinas ou doses de insulinas inadequadas pode provocar hipoglicemias graves (glicose muito baixa no sangue) com perda de consciência, convulsões e até mesmo morte, principalmente se ocorrem enquanto os pacientes dormem. Solicitamos a incorporação de insulina de ação ultrarrápida (insulina asparte, ou glulisina, ou lispro) para as pessoas com diabetes e idade até 19 anos (crianças e adolescentes pela OMS), na tentativa de reduzir complicações futuras do diabetes e hipoglicemias graves e noturnas e aumentar as chances de que alcancem a vida adulta com capacidade funcional e laborativa como esperado para o futuro das crianças. O diagnóstico de diabetes tipo 1, geralmente, é feito na infância e adolescência e estes pacientes devem usar múltiplas doses de dois tipos diferentes de insulinas. Uma insulina de ação rápida ou ultrarrápida, associada a uma insulina de ação intermediária ou prolongada, para obtenção de controle adequado da glicemia. Crianças e adolescentes têm maior dificuldade para reconhecer os sintomas de hipoglicemia e para tratá-la adequadamente, o que aumenta a probabilidade de hipoglicemias graves. Além disso, hipoglicemias graves podem ter consequências mais danosas nesta faixa etária. Durante a adolescência, geralmente, há piora do controle glicêmico, associada às mudanças hormonais que ocorrem neste período e que se somam às mudanças comportamentais. Atualmente, o Ministério da Saúde do Brasil disponibiliza na lista de medicamentos do SUS, apenas as insulinas humanas NPH (ação intermediária) e regular (ação rápida). Nas últimas décadas houve uma evolução significativa no tratamento com insulinas, com o surgimento das insulinas análogas de ação ultrarrápida e de ação prolongada que permitem melhor controle do diabetes e redução das hipoglicemias. As insulinas de ação ultrarrápida possuem início de ação mais rápido e são eliminadas do corpo mais rapidamente do que a insulina humana regular, o que possibilita um melhor controle da glicemia após as refeições e redução das hipoglicemias graves e noturnas. Entre as insulinas análogas estas são as de custo mais baixo, quando comparadas às insulinas análogas de ação prolongada (detemir e glargina) e que possuem mais estudos sobre eficácia e segurança, inclusive em crianças e adolescentes. O diabetes é uma epidemia mundial e no Brasil, sendo necessária uma estratégia específica para o seu controle. Visando uma melhora planejada e gradativa do tratamento com insulinas no Brasil, solicitamos a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida para todas as pessoas com diagnóstico de diabetes e idade até 19 anos. Outros países como Alemanha, Inglaterra, Chile, Costa Rica e Uruguai possuem insulinas análogas na padronização do tratamento de pessoas com diabetes. No Brasil, a judicialização da medicina tem permitido o uso de tratamentos mais adequados para pessoas com diabetes. Porém, essa prática cada vez mais frequente em nosso país, permite acesso apenas aos pacientes que tem a possibilidade de mover ação contra o Estado. A grande maioria dos pacientes atendidos pelo SUS não possuem estes tratamentos disponíveis. Esta incorporação inicial para pacientes com idade até 19 anos torna este primeiro passo factível, atenderá crianças e adolescentes com doença crônica que são prioridades em saúde pública no mundo e fornecerá dados que permitirão a análise para a progressão da melhora do tratamento com insulinas no Brasil. Com estes dados, será possível avaliar a incorporação das insulinas de ação ultrarrápida em outras indicações (todos com diabetes tipo 1, gestantes e idosos com hipoglicemias graves e noturnas frequentes, em uso de insulina humana regular), assim como de outras terapias, como as insulinas de ação prolongada e a bomba de insulina, indicadas em situações especiais, para os pacientes que persistem com hipoglicemias graves e noturnas apesar do uso da insulina de ação ultrarrápida. As sociedades médicas e de profissionais de saúde (SBD, SBEM e SBP), bem como as entidades representativas de pacientes (ADJ, ANAD e FENAD), em contrapartida, se disponibilizam para auxiliar na análise dos efeitos desta incorporação sobre a saúde e qualidade de vida das pessoas com diabetes, seus aspectos farmacoeconômicos e no desenvolvimento de estratégias para melhorar a saúde de pessoas com diabetes em nosso país. Esta é a nossa chance de mudarmos a realidade de pessoas com diabetes do Brasil, possibilitando uma qualidade de vida melhor. Autor: ADJ/ANAD/FENAD/SBD/SBEM/SBP

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

RELAÇÃO ENTRE CONTROLE GLICÊMICO INTENSIVO E DOENÇA CARDÍACA ISQUÊMICA

A hiperglicemia é uma condição que expressa o mau controle do DIABETES e que pode aumentar substancialmente o risco de doenças cardíaca isquêmica nesses pacientes. Apesar das várias publicações indicando o impacto do bom controle glicêmico sobre a redução do risco cardiovascular, esse fato ainda não é uma unanimidade entre os especialistas. O presente estudo teve por objetivo avaliar se a redução intensiva da glicemia poderia afetar o risco cardiovascular. Foram incluídos na população estudada 10.251 adultos, com idades entre 40 e 79 anos e com DIABETES tipo 2, apresentando uma hemoglobina glicada média de 8,3%, além de fatores de risco para doença cardíaca isquêmica no estudo ACCORD. Os participantes foram aleatoriamente alocados a um esquema de terapia intensiva ou padrão (A1C<6,0% ou 7,0-7,9%, respectivamente). Os autores pesquisaram a presença de infarto do miocárdio fatal ou não fatal, revascularização coronária, angina instável e angina recente durante o tratamento ativo, com duração média de 3,7 anos, além de um adicional médio de 1 a 2 anos. A ocorrência de infarto do miocárdio foi menos frequente no grupo de terapia intensiva, em comparação com o grupo padrão, durante o tratamento ativo, com um coeficiente de risco de 0,80. Resultados similares foram encontrados para uma combinação que incluía infarto do miocárdio, revascularização coronária e angina instável. Além disso, esse mesmo efeito protetor foi detectado em relação à presença isolada de revascularização coronária, bem como de angina instável durante todo o tempo de seguimento. Os autores concluíram que o aumento da concentração de glicose sanguínea é um fator de risco modificável para doença cardíaca isquêmica em indivíduos de meia idade com DIABETES tipo 2 apresentando também outros fatores de risco cardiovascular. Referência Bibliográfica: 1. Gerstein HC, Miller ME, Ismail-Beigi F et al. Effects of Intensive Glycaemic Control on Ischaemic Heart Disease: Analysis of Data from the Randomised, Controlled ACCORD Trial. The Lancet 2014;384(9958):1936-1941. DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Tipos de insulina variam conforme tempo de ação e possuem indicações diferentes.

Antes de falarmos dos tipos de insulina para o portador de diabetes, é preciso entender um pouco como a INSULINA funciona no nosso organismo. Ela é um hormônio produzido pelo pâncreas e sua principal função é colocar o açúcar que ingerimos, ou seja, a glicose, dentro das células. A glicose, uma vez dentro das células, será usada como combustível, gerando energia. A insulina é liberada em maior quantidade quando nos alimentamos, mas também é liberada em quantidades pequenas entre as refeições. Isto serve para controlar os níveis de açúcar no sangue nos períodos de jejum e também nos períodos após comermos. Quando o paciente com DIABETES precisa usar insulina, é porque seu pâncreas não tem mais capacidade de fabricar a quantidade que o corpo necessita dessa substância para controlar os níveis de açúcar. No Brasil existem vários tipos de INSULINA, que são divididas conforme o seu tempo de ação: rápida, ultrarrápida, lenta (longa) e intermediária. Ou seja, se uma INSULINA funciona imediatamente após ser aplicada ela será ultrarrápida, se ela demora mais tempo para fazer seu efeito é chamada de insulina longa. Tipos de insulina A melhor insulina será aquela que irá controlar a glicose da forma mais parecida com o seu pâncreas A insulina regular é uma insulina rápida e tem coloração transparente. Após ser aplicada, seu início de ação acontece entre meia e uma hora, e seu efeito máximo se dá entre duas a três horas após a aplicação. A Insulina NPH é uma insulina intermediária e tem coloração leitosa. A sigla NPH que dizer Neutral Protamine Hagedorn, sendo Hagedorn o sobrenome de um dos seus criadores e Protamina o nome da substância que é adicionada à insulina para retardar seu tempo de ação. Após ser aplicada, seu início de ação acontece entre duas e quatro horas, seu efeito máximo se dá entre quatro a 10 horas e a sua duração é de 10 a 18 horas. Há alguns anos vem sendo desenvolvido pelas indústrias farmacêuticas um tipo especial de insulina, chamado análogo de insulina. Estes análogos são moléculas modificadas da insulina que o nosso corpo naturalmente produz, e podem ter ação ultrarrápida ou ação lenta. Existem alguns tipos de análogos ultrarrápidos disponíveis no mercado brasileiro, são eles: Asparte, Lispro e Glulisina. Após serem aplicados, seu início de ação acontece de cinco a 15 minutos e seu efeito máximo se dá entre meia e duas horas. Entre os análogos de insulina, são encontrados também dois tipos de ação longa: Glargina e Detemir. A insulina análoga Glargina tem um início de ação entre duas a quatro horas após ser aplicada, não apresenta pico de ação máxima e funciona por 20 a 24 horas. Já o análogo Detemir tem um início de ação entre uma a três horas, pico de ação entre seis a oito horas e duração de 18 a 22 horas. Existe ainda um tipo de insulina chamado de pré-mistura, que consiste de preparados especiais que combinam diferentes tipos de insulina em várias proporções. Podem ser 90:10, ou seja 90% de insulina lenta ou intermediária e 10% de insulina rápida ou ultrarrápida. Eles também pode ter outras proporções, como 50:50 e 70:30. Como saber qual a insulina é a melhor? SAIBA MAIS Diabetes: como a dieta interfere na glicemia? Você sabe se proteger contra a hipoglicemia? Pelo fato de funcionarem em tempos diferentes, as INSULINAS podem ser combinadas para imitar o pâncreas normal. Quando aplicamos a INSULINAlenta ou intermediária, estamos buscando controlar o açúcar entre as refeições, e quando usamos insulina rápida ou ultrarrápida, o objetivo é controlar a glicose ingerida das refeições. No entanto, essa é uma regra geral, e cada paciente receberá uma prescrição do seu médico conforme o caso e a hora mais necessária para controlar os níveis de glicose. A melhor insulina será aquela que irá controlar a glicose da forma mais parecida com o seu pâncreas, evitando assim que os níveis de açúcar permaneçam altos. link:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/16753-tipos-de-insulina-variam-conforme-tempo-de-acao-e-possuem-indicacoes-diferentes DECOM E ASCOM GADA CAJAZEIRAS-PB